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terça-feira, 12 de abril de 2016

As diferenças entre Arquitetura da Informação (AI) e o Design da Informação (DI)

Autor: Clark MacLeod, ITRI (http://www.kelake.org/articles/id/differences.html)

Acredito que copiei o original disto de Jesse James Garrett, algum tempo atrás.

Entre os dois nomes temos diferentes preocupações. A arquitetura de informação (AI) por exemplo, lida principalmente com cognição, sobre como as pessoas processam as informações e constroem relações entre as diferentes peças de informação. O design da informação (DI), principalmente sobre a percepção, ou sobre como as pessoas traduzem o que veem e ouvem, em conhecimento.




Ambas exigem habilidades diferentes.
Os arquitetos de informação vêm de uma variedade de origens, mas acho que a maioria deles apresenta uma orientação para a linguagem. Os designers de informação, por seu lado, tendem a ser orientados em relação às artes visuais. Como resultado disso, a maioria dos designers de informação vêm exatamente de uma disciplina: Design Gráfico ou Comunicação Visual.

A arquitetura de informação pertence ao reino do abstrato, preocupando-se mais com as estruturas da mente do que com as estruturas na página ou na tela. O design de informação, no entanto, não poderia ser mais concreto, com considerações tais como cor e forma, fundamentais para o processo do design de informação.

Esteja consciente de que organização e apresentação são conceitos diferentes. Os dados só podem ser organizados segundo alguns princípios: magnitude, tempo, números,alfabeto, categoria, localização e aleatoriedade.



Magnitude, Tempo, Números e Alfabeto são todas sequências de algum tipo, que podemos usar para organizar as coisas baseados em uma característica semelhante compartilhada por todos os dados.

Categoria e localização são organizações que também usam algum aspecto inerentemente significativo dos dados em torno do qual (os dados) podem ser orientados.
Aleatoriedade é a falta de organização. É importante quando estamos tentando construir uma experiência que não seja necessariamente fácil, uma exploração ou jogo.


Importância.

Isso é bom.... mas, e daí?

A informação impressa e gráfica é agora a força motriz por trás de todas as nossas vidas. Ela não está mais confinada aos trabalhadores especializados em campos selecionados, mas impacta quase todas as pessoas através do uso generalizado da informática e da Internet. Transferências rápidas e precisas de informações podem ser uma questão de vida ou morte para muitas pessoas (um exemplo é o desastre da Challenger). 


Tenho ouvido...
"A medida em que os símbolos e gráficos afetam nossas vidas pode ser visto pelo dramático aumento nos escores de QI em todas as culturas que tenham adquirido a tecnologia da informação: nos Estados Unidos, tem havido um aumento médio de 3 pontos de QI por década nos últimos 60 anos, para um aumento total de 18 pontos de QI. Não há uma explicação biológica conhecida para este aumento e a causa mais provável é a exposição generalizada a textos, símbolos e gráficos que acompanham a vida moderna."


Preocupações básicas de negócios

"Aplicando princípios de design de informação aos documentos internos, tais como formulários, planilhas, bancos de dados e relatórios ajuda a assegurar a eficiente e eficaz coleta, tratamento e difusão de informações. Os tomadores de decisão irão se beneficiar especialmente a partir de relatórios e apresentações internas claras.

O design de informação também irá ajudar a empresa a se comunicar efetivamente com seus clientes através de seus documentos, folhetos, especificações técnicas, manuais de utilização, publicações, sites, contratos, faturas, contas, etc. Agora existe a possibilidade de personalizar muitos destes documentos, mas isso introduz uma nova gama de desafios de design. Documentos mal concebidos custam dinheiro porque eles não conseguem atingir a resposta desejada, e podem frustrar e até mesmo afastar os clientes que têm a opção de fazer compras em outro lugar." Sue Walker
Ex. Challenger e o desastre da Columbia




Criar significado

"Vivemos em uma época de escolhas, adaptando-nos a alternativas. Porque temos maior acesso à informação, muitos de nós tornaram-se mais envolvidos na pesquisa, e fazer nossas próprias decisões, em vez de confiar nos especialistas. A oportunidade é que não é tão muita informação, a catástrofe é que 99% dos que não é significativo ou compreensível. Precisamos repensar como podemos apresentar a informação porque os apetites de informação das pessoas são muito mais refinados. O sucesso em nosso mundo conectado requer que isolar a informação específica que precisa e obtê-lo para aqueles com quem trabalhamos." de Richard Saul Wurman, "Informações Ansiedade 2"

"Estamos sendo atacados por um dilúvio de dados e, a menos que criemos tempo e espaços em que refletir, vamos ficar apenas com nossas reações. Acredito fortemente no poder dos weblogs para transformar tanto os escritores e leitores de "audiência" para "público" e de "consumidor" para "Criador". Os weblogs não são uma panaceia para os efeitos incapacitantes de uma cultura saturada de mídia, mas acredito que eles sejam um antídoto."
Rebecca Blood, setembro 2000.




Dados crus são muitas vezes superabundantes. Apesar do que muitos possam dizer, eles não são a força motriz da nossa época. Trata-se, na sua maior parte, apenas dos blocos de construção nos quais a relevância será construída. Conteúdo/dados em massa tem valor limitado em seu estado bruto.

De fato, os dados são inúteis até que sejam transformados --- em seu estado bruto não têm significado e são de pouco valor, o que só contribui para a ansiedade que sentimos em nossas vidas.

A informação é o início do significado.

A informação é colocar os dados em contexto com o pensamento dada a sua organização e apresentação. Indo de dados até informação representa passar do sensorial para o conceitual.
Não significa nada até que você faça alguma coisa com ela.


Conhecimento

O que diferencia o conhecimento da informação é a complexidade das experiências necessárias para alcançá-lo. Para que um(a) aluno(a) possa ter um bom conhecimento de um tópico que ele/ela tem de ser exposto ao mesmo conjunto de dados de muitas maneiras diferentes, a partir de diferentes pontos de vista e ele/ela terá de elaborar seu/sua própria experiência da mesma. O conhecimento não pode ser transferido de uma pessoa para outra, tem que ser construído pela própria pessoa.

O design da informação é a disciplina, através da qual, criamos a transformação de dados em informações que atuam como veículo para a construção do conhecimento.

Quase qualquer organização pode ser apresentada de uma variedade de formas. Os dados textuais podem ser apresentados por escrito, visualmente ("uma imagem vale mais que mil palavras"), ou sonoros (falando ao vivo ou em gravações), ou em qualquer combinação. Muitas vezes, a apresentação em si afeta nossa compreensão tanto que podemos não compreender ou interpretar mal os dados. Ela varia desde o mundano até o fantástico, desde a facilidade de entendimento até influenciar a opinião.



Olhe para as páginas financeiras e páginas de notícias do seu jornal, seus infográficos, e seus sites favoritos. Analise como eles estão moldando sua opinião e experiência.



Meus Concidadãos
Como isto muda sua percepção? Especialmente quando confrontado com este material escrito ou visual.

Infográficos
Poynter - Visual Journalism.com

Ética da Informação - International Centre for Information Ethics

História
History in a nutshell of the field of Information Design


O design de informação baseia-se no trabalho que temos feito anteriormente no processo. Precisamos saber para quem estamos projetando e por que (qual problema estamos tentando resolver, quais ações estamos tentando facilitar, a mensagem a ser comunicada, e/ou processo que estamos tentando ativar).

Seja como parte de um processo maior em um projeto ou não - o quem, o quê, o porquê e onde, são essenciais para criar uma solução eficaz.
Muitas lições podem ser coletadas a partir de estudos de orientação e design de informação em um contexto de mundo real:

Um estudo do metrô de Taipei (MRT). ()

Sobre Ordem (http://www.kelake.org/articles/id/order.html)
"A ordem tende a reduzir a complexidade e exige a eliminação de detalhes que não se encaixem nos princípios que determinam a ordem" Arnheim (1966).

Orientação (wayfinding) não é Sinalização (signage).



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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Imexível povo meu

Eu, por outro lado, acredito que muitas dessas mazelas que ora repudiamos sejam devidas à cultura. Sim, a distribuição e o descaso pontual em todas as instâncias dos governos têm sua parcela de culpa, mas eliminando todas elas, o que sobra é simples e assustador.
Ou, como diria Conan Doyle; "Quando você elimina o impossível, o que sobra, por mais improvável que pareça, só pode ser a verdade."
...
Sobramos nós.


Sim, cada um de nós!
Reclamando que a água acabou, que a política (e os políticos) é corrupta, que a cidade está suja e mal planejada, que não conseguimos andar de bicicleta por causa das subidas (e/ou descidas) íngremes. Que quando chove, os bueiros entopem e tudo inunda. Que as árvores caem e obstruem a passagem dos nossos automóveis. Que os trens e ônibus metropolitanos vivem lotados. Que a violência e os impostos aumentaram. Que estamos cansados. Que queremos impeachment, que queremos democracia. Que queremos compras em Miami ou Nova Iorque. Invernos em Gstaad e verões em Como.
Mas nunca, nunquinha dos jamases, que somos nós mesmos que temos a solução.

Fome?
Vá a qualquer feira e veja o desperdício de comida.
Vá ao estacionamento de qualquer supermercado ou a qualquer mercado onde se comercializem alimentos e perceba as quantidades que são descartadas como lixo. Antes, ou então além disso, siga o fluxo logístico contrario (não reverso) de destino-distribuição-processamento-produção-planejamento de alimentos e some as porcentagens que encontrar jogadas aqui e ali.
Gestalt!

Fome?
Acho que a falta aqui é outra completamente.
Mas, "always leave room for a miracle", insisto.
Porque não?
Use sua fé.


Por quê será que ninguém lê G Sharp como lêem Mao, Keynes ou Drucker?


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quarta-feira, 30 de julho de 2014

H.G.Wells et al


Alguns recentes acontecimentos me levaram a re-ler H.G.Wells, aliás um dos meus favoritos.
E ao fazê-lo, me encontrar frente a frente de uma mentalidade quase tão "solta" quanto a de Verne ou de Tesla. E, dificilmente sérios... bom, dois de três, não está mal.

Hoje em dia, suas visões são corriqueiras. Mas, quando eles as imaginaram, e ainda mais quando falaram sobre elas -tentaram explicá-las- o "tempo fechava" sobre a conversa. Se não vejamos, por exemplo, alguns trechos de Wells no -"The Work, Wealth and Happiness of Mankind", de 1932:
...
"Por animal economico significamos o animal que socialmente assegura e armazena o alimento. São animais sociais as formigas e as abelhas."
...
"(O homem) Não conquistou essa vida social e economica pelo desenvolvimento dos instintos de organização, como no caso desses insetos, mas por meio do raciocínio. A natureza dessa transição jaz na raiz de qualquer sólido estudo economico. Uma revista do trabalho, da riqueza e da felicidade humanas não poderá ser sólida nem valiosa e útil se firmemente não repousa nesse fato biológico fundamental."
...
"Linguagem e organização social cresceram juntas e juntas se foram tornando complexas. As fantasias do homem primitivo ainda perseguem as nossas instituições sociais."
...
"As ideias de Frazer, de Jung, de Atkinson mutuamente se influenciam e fecundam. As últimas sugestões que ainda nos perseguem, de um "contrato social", da ideia de que a sociedade humana foi um arranjo deliberado entre pessoas inteligentes como nós próprios, estão sendo varridas de nosso espírito por esse conchavo entre o mitologista e o psicologo - e o caminho se vai abrindo para uma adequada compreensão do mecanismo social."
...
Onde podemos perceber -aquí e alí- a semeadura de um campo novo e fertil para discussões posteriores e vejam como ele nunca menciona tecnologia no seu discurso. Um outro tempo, onde a tecnologia começava a  ditar o quê, o como e o quando pensar. Apesar de o Tesla lidar primeiramente com tecnologia, acredito que seu viés fosse ainda muito mais humanista do que o do simples engenheiro especializado das eras atuais. E isto o encaixava aos outros dois com toda naturalidade.
Nefelibatas...

Ok, chegou até aquí curioso por saber -afinal do que trata este post- certo?
Já faz algúm tempo venho percebendo uma constante nas discussões que atendo:  tecnologia e suas influências no desenvolvimento social (leia-se: das pessoas). Ou então, esqueça as pessoas, como a maioria dos grandes vultos da economia o fazem. Essa variável é muito difícil de lidar. Muito melhor esquecé-la ou fingir que não existe e preocupar-se com coisas realmente importantes.
KPIs, por exemplo.


Se, por outro lado, "gente" é importante para você, sigamos juntos.
Vamos começar por definir que num mercado de redes, as expectativas significam. A adoção de tecnologias em rede depende do tamanho observado e "sugerido" da rede onde será utilizada. E que talvez, massa crítica, não tenha nada a ver com inteligência coletiva.


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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Sistemas

Já prestou atenção em quantos niveis estão estratificados todos os aspectos da nossa vida?
Tudo é sistemas. Vivemos dentro de sistemas complexos. Não existe quase nada que seja uma coisa única, isolada. Antigamente, por exemplo na Idade Média, talvez conseguissemos isolar. Pensando bem, acho que bem antes disso. Agora não mais.
Tudo está, ou faz parte de, uma rede de elementos. Componentes maiores ou menores, aos quais pertencem ou pertencem a ela. Todos os "produtos" (bens ou serviços) fazem parte desta rede... universal.


Compre um carro, por exemplo.
Até a escolha do modelo foi feita por alguem que não você. Da escolha da marca até do modelo, ele foi desenhado de acordo com o que, os desenhistas (designers) acharam que seriam os seus "gostos". Como você, é claro, conhece vários designers automotivos, por ai você vê como eles conhecem seus gostos. Suas cores preferidas são: branco, preto, vermelho e prata, certo? Amarelo é taxi ou aquela coisa que imita o Bumblebee dos Transformers. Afinal, eles sabem que por dentro ainda somos crianças que gostamos dos anos 70.

Não foi Henry Ford quem disse: "compre o carro da cor que quizer, sempre e quando seja preto" ("You can have any colour, as long as it's black ....")?

A maioria dos carros têm quatro rodas e definem uma base. Todas as bases repetem o mesmo retangulo regular e simétrico. Divida-o ao meio e verá que ambas são semelhantes, acima, abaixo, um ou outro lado. Semelhantes, similares. Poucos percebem o padrão. Os designers seguem padrões. A maioria segue imagens que possam ser reconhecidas. Vocês dirão que me repito mas, e até alguem me apresentar um termo melhor: padrão.

Quantas peças montam um carro?



O que adquirimos, na verdade, é a possibilidade de deslocamento ou transporte. Esta possibilidade está subordinada a uma rede. Rede esta composta por: postos de combustível, pneus, estradas, por exemplo. E estas, por sua vez a outras. Nada funciona sozinho, isolado.
Nem mesmo o carro que você comprou!

Todos nossos gostos, da roupa que vestimos, a comida que comemos, a forma como vivemos. A não ser alguns pequenos desvios, à beira do patológico, são generalizações de nossos gostos. Soma-se tudo, calcula-se a média e o desvio padrão e (voilà!) obtem-se o gosto. Dá até capa de jornal. O seu gosto. O meu gosto. Nosso.
Muito prazer...

 ....
Tudo tem um padrão . Todos seguimos padrões. Esse fato é chamado de: gosto. Às vêzes reconhecidos como cultura, hábitos ou costumes. Mas essa discussão de sociologia a deixaria para meu professor, dr. Sato (se estivesse vivo ainda). Ele que consiga diferenciar o que é um hábito e o que seja costume. Eu continuo confundindo os dois.

É isso que é viver em sociedade. Só que não é uma sociedade de um indivíduo único entre semelhantes. É uma sociedade que cada dia apresenta quase todo mundo igual na sua diferença. Somos quase os mesmos.
Padrões repetidos, iguais.


Somos como as cascas das cebolas. Estratificados em padrões compostos de elementos menores e iguais de si mesmos. Formas, cores, odores e sensações todas padrões reconhecíveis.
Padrões.

Fractais... estava demorando.
De fato, tentei evitar o assunto, mas vejo que não deu.
Vivemos segundo padrões que se repetem por iteração. Padrões interagindo com... (adivinhou!) padrões. E engraçado que somos finitos individualmente (como em sistemas fechados) e, como grupo, somos quase imortais (sistemas abertos). Pequenos lampejos, aqui e ali, são percebidos. E me fazem lembrar deste exemplo numa música do Gil, que diz: "Quando Bob Dylan se tornou cristão, Fez um disco de reggae por compensação, Abandonava o povo de Israel, E a ele retornava pela contramão".
Viu? Iterações mínimas.
Perfeito sinal de "Você está aqui, olhe em volta", ou então o também famoso; "Sorria, você está sendo filmado!".


Talvez a consciência do "nós" nos outros, crie um mudança pequenina. Capaz de mudar o "outro" em cada um de nós.



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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Criativos, suas características e ambientes

Nestes dias atrás li, gostei, compartilhei e comentei no LinkedIn um artigo publicado pela awebic, sobre tradução de original da Just Something inglesa.


Gostei do artigo por ser simples. Faz muitas generalizações para esboçar um perfil do que seja ser criativo. E sim, o que é diferente cria incômodos e constrangimentos, às vêzes para ambas as partes envolvidas. Como se desenvolverá essa interação, coalhada de entretantos e não-me-toques individuais é que vai ser ela. Veja que a maioria do desenvolvimento disruptivo (como em inovação) aconteceu com a participação de um (pelo menos um...) criativo e sua indefectível pergunta: "e se..." ou então, alguem esqueceu a torneira aberta por descuido e foi um dilúvio.

As (22) Coisas que caracterizam as pessoas criativas, é uma lista que enumera as características que identificam os criativos. Vou tentar re-fazer a análise do texto apresentado naquele artigo motrando a lista aqui.
Eis a lista do artigo:
  1. Pessoas criativas se inspiram nas horas mais improváveis
  2. Eles sonham acordado
  3. Eles ficam entediados facilmente
  4. Eles enxergam o mundo com os olhos de uma criança
  5. Eles vão falhar… assim como vão tentar novamente depois
  6. Eles escutam que devem arrumar um trabalho de verdade
  7. Eles seguem seus corações
  8. Eles se perdem no tempo
  9. Eles trabalham quando os outros estão dormindo… e dormem quando os outros estão trabalhando
  10. Eles enxergam oportunidades onde os outros veem dificuldades
  11. Eles se apaixonam por suas criações em um dia e no outro as odeiam como nunca antes
  12. Eles odeiam suas criações em um dia e no outro estão completamente apaixonados por elas
  13. Eles são humildes e orgulhosos ao mesmo tempo
  14. Eles estão sempre à procura de novas formas de se expressar
  15. Eles procrastinam
  16. Eles veem o outro lado da moeda
  17. Eles não gostam de limites
  18. Eles não costumam gostar de números
  19. Eles são grandes observadores
  20. Eles estão sempre buscando novas experiências
  21. Eles recomeçam tudo de novo
  22. Eles amam
Listas... enumerações... Acredito que seja uma forma primária, elementar, das pessoas tomar posse, priorizar... se empoderar das coisas que falam, enfim. Assim não perdem o fio da meada e organizam as ideias. Não vejo problema nenhum nisso.
São formas de fazer, somente. Essa organização, como diria Saussare: "Bem longe de dizer que o objeto precede o ponto de vista, diríamos que é o ponto de vista que cria o objeto: aliás, nada nos diz de antemão que uma dessas maneiras de considerar o fato em questão seja anterior ou superior às outras."

Ok, ok... #11 e #12 são, definitivamente a mesma coisa. Eu vi também.

Procrastinar (#15), pode até ser uma outra forma de priorizar, só que vista do lado de fora. Do ponto de vista do outro. A hierarquia do que seja mais ou menos importante é diferente para cada um de nós... todos nós. Alguns chamam de procrastinação ou não levar as coisas a sério, mas quem diz que não foram consideradas e colocadas no lugar certo?
Ia falar que criar-iamos uma nova lista, mas acho melhor deixar pra lá.


A #5, ao meu ver, é a verdadeira provação (como em ordeal), não somente para o criativo. Afinal, estamos vivendo numa sociedade que não tolera muito graciosamente os fracassos.
  1. Eles vão falhar… assim como vão tentar novamente depois
Nem precisam ser de alguem criativo especificamente. Qualquer um falha, comete erros, faz cag... As consequências, e principalmente, a reação a elas é que ditarão os resultados.
Por exemplo: acha que o 14bis se chamava assim porque era o primeiro da série ou o Santos Dumont era fã desse número em particular?
Hein?

As #8, #9 e #10, então?
  1. Eles se perdem no tempo;
  2. Eles trabalham quando os outros estão dormindo… e dormem quando os outros estão trabalhando;
  3. Eles enxergam oportunidades onde os outros veem dificuldades.
O tempo é diferente para todos exceto para os relógios. Parece brincadeira mas, se todos estão ocupados com coisas rotineiras (ou dormindo, então) se torna mais fácil ver oportunidades. Não é mesmo? Quando falamos em inovação as coisas se complicam para quem está acostumado com rotinas... ou soluções esperadas.
É o problema das receitas, por exemplo. Os passos (processos) são iguais, o resultado...

A #17 é óbvia demais, nê? Quem gosta de limites? A escola é o típico ambiente em que todos somos "homogeneizados". Situações como a TDAH, os devaneios e as displicências demonstradas por uma fração dos alunos deveriam ser estudadas e classificadas de formas diferentes, e suas responsabilidades repartidas melhor. Usualmente o culpado é sempre a criança, nunca o método de ensino ou a forma de alfabetização.
Será?


Me chamou a atenção o número #21, quando fala do medo de recomeçar. Algumas pessoas confundem estupidez com valentia, e não, de forma alguma, são a mesma coisa. O elemento medo estará sempre lá, é um instinto básico. As vêzes custa mais, muito mais do que os livros de história conseguem descrever.
  1. Eles recomeçam tudo de novo
  2. Eles amam
E sim, amam a vida (quem não?) e o que é belo. De formas até surpreendentes. Não concordo muito com a #18, teria que re-fazer meu entendimento de muitas coisas e artes.
Como se diz, não tem nada a ver.

Ainda que, pensando bem, agora contamos com uma série de elementos novos a adir a equação; as interfaces tecnológicas, por exemplo. Veja, a curva de aprendizado para lidar com interfaces se restringe a uma série de comandos e combinações econômicas entre eles. Sim, econômicas.
Não se inventam comandos ou combinações novas nem diferentes para fazer a mesma coisa de interface para interface. Os programadores se acostumam e acostumam o usuário a repeti-los. Repetição esta que nos leva, e a cada novo usuário que com esta tecnologia entra em contato, a identificar e reduzir o reconhecimento de comandos e combinações.


Vê onde quero chegar?
Repetimos os mesmo erros e descobrimos os mesmos caminhos a cada opção executada. A resposta ou "feedback", se preferir, é imediata. Certo ou errado, positivos ou negativos altamente Booleano sem o "porém", "contudo" nem "todavias" que, usualmente, circunscrevem a periferia dos relacionamentos ou meio ambientes não digitais.
Pior ainda, insistimos e ensinamos que é assim que se faz!

Uma escritora de ficção disse certa vez: "You don't create new worlds to give them all the same limits of the old ones" (Jane Espenson). Isto É imaginação! Ou, na visão de quase todos os sistemas de alfabetização; a Caixa de Pandôra.
E que, como tal é necessário eliminar. Ou (re)pensar urgentemente.


A estas alturas faz-se necessário um aparte, antes que me esqueça: não sou contra a educação formal. Acho-a necessária, básica para a sobrevivência e desenvolvimento social. Mas, como o Freire e alguns casos de andragogia, sou a favor de reduzir a distância entre academia e o mundo real. Não restringir-nos a soluções provadas e repetições mecânicas. Incentivar, atrair e abraçar a inovação e a colaboração entre os estudantes. Vamos aplaudir e explicar, para entender, os resultados certos ou errados. E assim criaremos uma base de onde a criatividade irá florescer sem medos.
Os limites acabarão desaparecendo por si mesmos.





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sábado, 28 de junho de 2014

Evolução e Mudança

Tecnologia é ferramenta.
A evolução tecnológica acaba, rápida e sem nenhum constrangimento, com o pragmatismo estático herdado do princípio da Revolução Industrial.

Onde antes viamos processos estratificados e isolados de produção de bens e criação de valor e conhecimento, hoje temos, cada vez mais e mais rápido, interações e iterações focais. O indivíduo isolado como foco de dados. E paradoxalmente, por ser elemento ligado em rede, disseminação e compartilhamento de informação, fantasiada de conhecimento em opiniões.

Entramos de sola, como dizem Sayad e Dimenstein (2002), na "Idade Mídia", abusando enormemente do conceito descrito por ambos. Na reinvenção da comunicação que é só significante, carregada de pouco ou nenhum, significado. Quase sem crítica nenhuma.


Preciso, antes de continuar e acabar esquecendo, fazer uma diferenciação entre significado e valor.
Valor é definido por muitos como tudo aquilo que podemos avaliar, pôr preço. As mais das vezes é tangível, pode ser tocado e visto. Significado, por outro lado, nem sempre é tangível, muitas vezes é altamente subjetivo, mas pode ser sentido, algumas raras vezes visto. Mas, dificilmente podemos avaliar.
Me atrevo a adir que, se podemos comprar, seu valor é pouco.
Feito isso, continuemos...

Como disse antes, a evolução tecnológica nos avassala com software livre, cloud computing, mobilidade, VoIP, portabilidade, Bitcoin, 3D printing, veículos elétricos e energias alternativas. Jason Pearlow, do Tech Boiler, diz que, "cada um deles com forças ideológicas e sociais únicas e ainda uma essência comum a todos: a acessibilidade."

E ainda desenvolve a ideia de que esta acessibilidade não é de forma alguma um movimento social ligado ao melhoramento da sociedade como um todo. Por definição seria o desejo pessoal e auto-centrado de não gastar mais. Ou, em termos técnicos, os avanços rápidos da tecnologia têm feito com que nossa percepção do valor das coisas diminua de tal forma que muitos bens e serviços desvalorizaram bem abaixo do que as pessoas estão dispostas a pagar por eles. E que esta situação nunca antes tinha acontecido na história da humanidade.
Nunca antes a tecnologia havia patrocinado a parcimônia.


Se ele não sabe, muito menos eu, diletante extra-oficioso, quando tudo isto começou. Mas, suspeita que tenha sido no final do anos 90, quando do aparecimento do movimento do software livre. Da minha parte, acredito que tenha sido imbuído em nós bem, bem antes, quando ainda tínhamos que nos virar sozinhos como unidades familiares únicas. Mas, isso se perde diluído no tempo e, se alguém escuta, nem presta atenção. Doutra vez, divago nefelibatamente sobre esses assuntos, parece que rezo em latím frente ao Gorrochategui s.j..

E então vieram as crises e as recessões, das quais muitas empresas ainda não acabaram de sair, algumas nem ao menos entenderam o que foi que aconteceu, e criaram uma relutância ao gasto e uma desvalorização de bens e serviços numa escala mundial.

Mesmo que a adoção do software livre não tenha sido aquela panaceia que todos esperavam, ainda é o melhor incentivo para sua adoção e uso. É gráti$!

Por que gastar com servidores caros e complicados quando podemos simplesmente implementar a nuvem (cloud computing)? Com o benefício adicional de não mais precisar de colaboradores especializados e todos os custos embutidos na sua contratação. Reduzir os custos de telefonia e comunicação aproveitando as características do VoIP. Remanejar processos e logísticas aproveitando as redes sociais e automação oferecida em portais do governo.

Mas, e ao mesmo tempo em que as empresas mostram relutância em gastar, há uma substituição de gente (que é considerada barata) por softwares que são, ultimadamente: baratos.


Paradoxalmente, todos estes processos são desenvolvidos por gente, para ser operado por gente, para influenciar gente a fazer coisas que só gente pode fazer: consumir produtos... de gente.
Pode parecer ingênuo ou infantil mas, não está faltando senso nisto tudo? Podemos reduzir todos os custos de produção a sua face mais simples, mas continuaremos na ágora antiga. Onde a tecnologia continua sendo desenvolvida, como antigamente, para ser ferramenta. Um meio, nunca um fim em si mesma.

Nós, gente, continuamos sendo uns o limite dos outros. Como estes limites são transpostos, ultrapassados, e veremos ferramentas em ação.
Tecnologia é ferramenta... já lhes disse isso antes?





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terça-feira, 18 de março de 2014

GuestArte 1: Bancos

Recentemente, estive lendo e pensando em modos de ver e dizer, comunicar coisas.
Modos de expressar e expressão. Tintas e escritas coloridas, cada qual ao seu modo específico, ao seu tempo de leituras e significados. Unir significado a significantes e com mais uma pitada de significação!
E teremos a receita básica de artes.
Códigos musicados à leitura silenciosa, quando significados são adicionados, pessoal e particularmente, às imagens vistas(lidas): a epifania sincrônica.
Convido-os, agora, a musicar imagens que ví (captei a celular - ex128) nas minhas andanças. Por isso do "Guest arte" lá encima no título. Partilho, passos e trilhas, bancos, igrejas, luzes e sombras, como frases pinçadas de uma história maior.
Bem maior.
Venha; veja comigo o que eu ví.
Seja meu convidad@... vamos.











domingo, 2 de fevereiro de 2014

Logística II

Ultimamente me tenho visto na necessidade de ler vários artigos e estudar sobre "Logística".
Principalmente a logística empresarial que está entrando em voga ou sendo descoberta por aqui. E os teóricos falam e discutem logística, e/ou a falta dela, no Brasil, suas múltiplas variáveis e colorações (sim, eu também não imaginava cores) sociais. Mas todos batem na mesma tecla: "logística empresarial" como se quisessem recriar a introdução da 5ª de Beethoven.
Ou um Samba de uma nota só.
Vai entender.

Somente veem logística como função empresarial interna. Se a empresa (utilizo "empresa" aqui para referir-me tanto a aquela de produção industrial quanto a de serviços) não fizer, adotar ou souber de sua existência, não é logística. Se é que eles adotam logística ou -pelo menos- sabem da sua existência.
Vai entender... de novo.

Tem prestado atenção à proliferação de "Logística" estampado em caminhões de carga de produtos recentemente? É a coqueluche do momento. Pior que pereba em criança! Está em tudo quanto é lugar. Enche os olhos, cria mercados! E ainda assim, a meu ver estamos longe de compreender cabalmente o que seja logística, e suas várias nuances.

Supply-chain management? Também conhecida como Gestão de Cadeia de Suprimentos, numa tradução quase literal da primeira, é logística? A resposta que me parece mais simples é: sim e não.
Seria o mesmo que dizer; meu braço sou eu.

A imagem que entendo das definições do que seja logística que muitos autores dão é que é um processo que acontece -prioritariamente- dentro da empresa ou serviço. Algo ligado aos processos de transformação, transporte e comercialização de produtos acabados.

E é aqui onde começo a discordar com esses teóricos. Acho isso uma visão míope e estreita do que seja logística.

Para mim a logística é um fluxo processual (*) que começa quando do desejo (e desenho) inicial pelo produto/serviço e acaba (agora aproveitando ao máximo a noção de sustentabilidade) quando a destinação inclua o resgate e reaproveitamento sustentável do resultante do uso do produto (embalagens e outros subprodutos do seu consumo, principalmente).

Algo parecido com o gráfico que desenhei aqui em baixo:


E isto se repete para quaisquer produtos ou serviços, em padrões cíclicos. De preferência, e assim que melhorarmos os processos, cada vez melhor. O ideal é chegar a um 90%+ de aproveitamento. O efeito teria que ser estudado, horizontal e verticalmente, por várias funções, fora do processo transformatório em questão.

O supply-chain management é o que acontece dentro das empresas. E é isto o que normalmente vejo definido como logística. Mas, seguindo meu gráfico, podemos ver que é somente um dos momentos da logística. O que acontece dentro da empresa é basicamente transformação.

  1. Transformação de desejos ou da necessidade original em objetos tangíveis; produtos: bens e/ou serviços;
  2. De lá, passamos para um segundo momento de transporte, distribuição e comercialização;
  3. Daqui vamos para destinação, o (re)uso e (re)aproveitamento do resultante do uso do produto primário. Principalmente as embalagens caem nesta área. Pois reaproveitadas, elas servem para reduzir custos de produção de novos produtos similares.
O que descreveria um ciclo (quase) fechado.
Agora que vemos o ciclo, podemos chamá-lo como se deve: estratégia. Pois a análise de cada passo define estratégias. E a gestão da cadeia de suprimentos nada mais é do que estratégia. Estratégia de transformação.

Como diz o Mintzberg: "estratégia, trata-se da forma de pensar no futuro, integrada no processo decisório, com base em um procedimento formalizado e articulador de resultados.” E a Merchant diz que: "estratégia não é somente o projeto em si, mas também seu desenvolvimento".

E é agora que acontece algo interessante.
Neste ponto podemos ver que a logística, como a tenho definido aqui, pode ser utilizada em qualquer tipo de "desejo ou necessidade original". O simples reconhecer esta necessidade já se configura estratégia! É o primeiro passo.
Projetos e análises de produção fazem parte dela, logo são logística, também. Transformação e destino, que já expliquei lá encima, continuam iguais e também fazem parte da estratégia-logística.

Desta forma, multidisciplinarmente, se torna fácil descobrir, desenhar e propor qualquer das três etapas do ciclo... para qualquer objeto.
É só prestar atenção aos desejos e necessidades originais.


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Elementar...

Sherlock Holmes e Dr. Watson vão acampar. Montam a barraca e, depois de uma boa refeição e uma garrafa de vinho deitam-se para dormir.

Algumas horas depois, Holmes acorda e cutuca seu fiel amigo:

- Meu caro Watson, olhe para cima e diga-me o que vê.

Watson responde:- Vejo milhares e milhares de estrelas.

Holmes então pergunta:- E o que isso significa?

Watson pondera por um minuto, depois enumera:
1) Astronomicamente, significa que há milhares e milhares de galáxias e, potencialmente, bilhões de planetas.
2) Astrologicamente, observo que Saturno está em Leão e teremos um dia de sorte.
3) Temporalmente, deduzo que são aproximadamente 03h15min pela altura em que se encontra a Estrela Polar.
4) Teologicamente, posso ver que Deus é todo poderoso e somos pequenos e insignificantes.
5) Metereologicamente, suspeito que teremos um lindo dia pela manhã. - Correto?


Holmes fica um minuto em silêncio, então responde:- Watson, seu imbecil! Significa apenas que alguém roubou nossa barraca!

Conclusão:
“A VIDA É SIMPLES. NÓS É QUE TEMOS A MANIA DE COMPLICAR... "

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Introdução - 3

Benvindos à Era do Conhecimento!
No decurso do diagnóstico nos deparamos com uma situação que se repete muitas vezes nas organizações modernas: a perda do conhecimento estratégico. É uma situação que vemos todos os dias, e de tanto ver, assumimos como muito natural. Como podemos perder algo que não podemos medir, tocar, algo intangível, enfim?
Devemos antes definir o que entendemos por conhecimento. Conhecimento é, resumidamente, a capacidade de agir. Mas, no indivíduo, esta capacidade é modulada pela soma de sua bagagem hereditária (do que ele é), dos acontecimentos da sua história e do meio ambiente em que ele vive. E, por ser ele, um sistema aberto, isto é; capaz de mudar, este conhecimento muda com ele. Interage com o contexto. A este conhecimento chamamos de: conhecimento tácito. É o que está dentro das mentes das pessoas. É intangível, não podemos medir, contar ou tocar nem retirar.
De outro lado, temos o conhecimento explícito, que nada mais é do que todo conhecimento que possa ser -ou já esteja- escrito, gravado, documentado enfim. Mas, todo conhecimento explícito é informação. Estático na escrita, no gravado, na documentação. Não interage com seu contexto, não muda a não ser que seja re-escrito, re-gravado, novamente documentado. A ponta de um iceberg.
Então, como aquele conhecimento tácito que está dentro das mentes das pessoas, que muda junto com elas a cada nova vivência pode ser perdido pelas empresas?
A resposta é espantosamente simples: perdendo as pessoas.
Mais do que nunca as organizações estão conscientes de que sua sobrevivência e sua evolução dependem de sua capacidade de dar sentido ao ambiente e de renovar constantemente seu significado e seu propósito à luz das novas condições, como apontado por Choo (2003). Esse dar sentido e essa renovação constante são atingidas, não por processos escritos nem por máquinas de última geração, mas por pessoas que mudam continuamente.
À luz da Gestão do Conhecimento, esta deveria ser uma das situações mais importantes junto com a criação do conhecimento. Uma das primeiras a ser descritas e estudadas. A Gestão do Conhecimento é gestão de mudanças. Drucker (1997) diz: “O conhecimento é o principal ativo das organizações.” E como tal deve ser tratado. Logo, as pessoas, os colaboradores das empresas, como repositórios desses conhecimentos, deveriam ser tratados como ativos também. ?