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terça-feira, 18 de março de 2014

GuestArte 1: Bancos

Recentemente, estive lendo e pensando em modos de ver e dizer, comunicar coisas.
Modos de expressar e expressão. Tintas e escritas coloridas, cada qual ao seu modo específico, ao seu tempo de leituras e significados. Unir significado a significantes e com mais uma pitada de significação!
E teremos a receita básica de artes.
Códigos musicados à leitura silenciosa, quando significados são adicionados, pessoal e particularmente, às imagens vistas(lidas): a epifania sincrônica.
Convido-os, agora, a musicar imagens que ví (captei a celular - ex128) nas minhas andanças. Por isso do "Guest arte" lá encima no título. Partilho, passos e trilhas, bancos, igrejas, luzes e sombras, como frases pinçadas de uma história maior.
Bem maior.
Venha; veja comigo o que eu ví.
Seja meu convidad@... vamos.











quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Flashmob. Você já participou de algúm?



Para o Wikipedia, flash mob (or flashmob)[1] is a group of people who assemble suddenly in a public place, perform an unusual and seemingly pointless act for a brief time, then quickly disperse, often for the purposes of entertainment, satire, and artistic expression.[2][3][4] Flash mobs are organized via telecommunications, social media, or viral emails.[5][6][7][8][9]
(http://en.wikipedia.org/wiki/Flash_mob)

Mas, você dirá: "É Trafalgar Square, seu mentecapto! Esperava o quê?" Como quem diz: "Vamos na 25 comprar um Tag ou no Brás, que hoje tem uma boa liquidação de bolsas Versace."

Lembra dos "Happenings" dos anos 60? Sabe o que é um "Happening"?
A mesma Wikipedia os define como; happening is a performance, event or situation meant to be considered art, usually as performance art. Happenings take place anywhere, and are often multi-disciplinary, with a nonlinear narrative and the active participation of the audience. Key elements of happenings are planned, but artists sometimes retain room for improvisation. This new media art aspect to happenings eliminates the boundary between the artwork and its viewer. Henceforth, the interactions between the audience and the artwork makes the audience, in a sense, part of the art.
(http://en.wikipedia.org/wiki/Happening)
Viu as semelhanças?

Além do mais porque gosto particularmente desta música (Sing, sing, sing) e seus 15 minutos históricos. Sempre me lembra do Gene Krupa e de Benny Goodman, claro. E de como tocavam tão altos que o primeiro trumpete era, invariavelmente, Gabriel.
O Arcanjo.



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Flashmobs III - The Last
Flashmobs II

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Cena 1

Cenário:
Uma sala ampla, vazia, a não ser por uma mesa e cadeira onde um sujeito está sentado absorto no seu trabalho. Há uma lámpada acessa suspensa logo acima de sua cabeça.

Ação:
- O sujeito está escrevendo e desenhando, agitado resmungando consigo mesmo, tentando organizar o atabalhoamento de ideias que querem sair.
Os papeis se amontoam enquanto o sujeito aumenta aos poucos a velocidade do traço e agora rí infantilmente enquanto rabisca.

- A lámpada dá uma piscada rápida... o sujeito para, olha em volta, e continua trabalhando (um pouco mais devagar agora).

- A lámpada pisca novamente. Finalmente apaga de vez, deixando a sala numa penumbra silenciosa.

- O sujeito para, deixa cair o braço, a mão, o lápiz... a cabeça.

- Murmura de si para si (mesmo porque estava sozinho): "des#$%...."

- Lentamente se levanta da cadeira e abandona a sala.

- Volta carregando uma sacola de papel. Vai até a mesa onde ainda paira a lámpada apagada. Abre a sacola e tira uma outra lámpada. Dessatarraxa (ufa!) a lámpada desligada e a troca por uma nova. Puxa o cordão do interruptor e a lámpada acende.

- "Humpf, cem anos meu pé!" Diz olhando com enfado a lámpada queimada.

- Senta novamente à mesa e aos poucos recomeça sua escrevinhação.

(fade-out)