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domingo, 20 de abril de 2014

GuestArte 2: 12 (+1) Poemas a Cores

E tem aquele que diz:



 



 











Observação que tinha esquecido de fazer: todas as fotos foram feitas com o celular. Usei um Motorola ex128 de 3Mb de resolução. Acho que a única que usei uma máquina digital foi a primeira. Para ela usei uma Samsung Digimax 300.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

EICD e Bjorks

Earlier today while viewing "Talks at Google" featuring Malcolm Gladwell as speaker, he said two things that stopped me cold at my tracks for a while.

He said:
"Elite Institution Cognitive Disorder (EICD) is the mistaken belief that attending the most elite institution you can get into is always in your best interest."
and further on, he went:
"Desirable difficulty (bjorks) is a class of difficulties that have paradoxical outcomes that force you to do things that end up being advantageous."

I'll hang on to these two for a bit and will juggle them around my head to see what happens. But something I already know: I liked them both in their complex simplicity.
Just thinking out loud.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Comentários


Tenho abandonado o blog por algúm tempo principalmente porque ultimamente tenho me pegado tecendo comentários a  posts no LinkedIn que tratam sobre informação, conhecimento e cultura, casualmente os temas que mais gosto de falar, pensar... tagarelar enfim.
Escolhí alguns desses comentários para re-vivelos aqui e não mais esquecer.
Tenham paciência, (eu)penso assim -quase- todos os dias.

"...
(...) é preocupante que o imediatismo das respostas com que a tecnologia nos encanta diariamente seja um deterrente tão importante. Em vários debates, neste mesmo grupo, já notei a mesma inquietação com relação, principalmente, às gerações mais novas. Parece que se não há uma "exposição ou contágio" (chame-mo-lo assim) desde tenra idade, à medida que se envelhece, haverá uma possibilidade cada vez menor e menos agradável de um contato -mesmo através da ferramenta tecnológica- com estes e muitos outros autores.
E se confunde ágora com game. E se muda muito pouco.
Nos diferenciamos como Elois e Morloks.
E me preocupa que mesmo entre nós haja essa mesma diferenciação, alguns que abraçamos a tecnologia e continuamos a ler. Enquanto outros a abominaram sem questão ou julgamento e, ao mesmo tempo não aumentaram seu índice de relacionamento com a produção ou ideias do grupo, eles simplesmente pouco lêem. A leitura é encarada como perda de tempo, castigo.
Quando foi a última vez que viu alguem lendo manuais? Alguem lê os manuais do iPad, por exemplo? Alguem escreve esses manuais?
Me lembro que tinhamos um acrônimo: RTFM! (Read The F*cking Manual!) ainda na época do DOS 2.2 quando nos deparavamos com problemas que poderiam ter sido evitados com um minuto de leitura anterior ao indiscriminado apertar de botões. E assim para coisas cada vez mais importantes. Reclamava com o Brentani que "os estudantes tinham dez dedos nas mãos e onze possibilidades de errar". Ele, pacientemente, sorria.
..."
-comentando sobre o hábito da leitura ou da sua ausência.

"...
(...)você diz: "Em meio à leitura, uma ponta de dúvida... quase um calafrio: quantos que leram esse artigo até o final conseguiram saber dos autores que ele citava e os leram enquanto obra completa?!"
Permita-me discordar um tanto assim. Coisa pouca na verdade. Questão de vieses nada mais.
A guisa de exemplo imagine cada autor dos arrolados por José Luis, como uma torre com raio de cobertura circular de quatro quarteirões. Concordará comigo que onde os raios de cobertura se toquem tangencialmente a cobertura automaticamente dobrará seu raio, certo? Independente do autor que seja, veja bem. A ausência de conhecimento da produção deste ou daquele autor, ou a falha nesta nossa rede imaginária, não criaria uma ausência tão constrangedora nem impossível de ser sanada. Ainda mais nos dias de hoje, onde o acesso à produção intelectual (ia dizer literária, mas me contive a tempo) é tão fácil.
Preciso ler Hanna Arendt completa? Castells e Jaeger? Cervantes e Freud? Steiner e Einstein? Aproveitemos a curiosidade que o castelo de Montaigne nos brinda. E a validação que Sacks dá a biografia de cada um. Que a curiosidade inata em nossa raça de bípedes pelados fará o resto. Eventualmente acabaremos por conhecermos todos e nossa produção.
O fato de haver falhas aqui e alí não desabona toda a rede. O que não pode haver, e sim concordo com você, é a ignorância completa pelos motivos que forem de autores que moldaram nossa zoociedade.
..."
-sobre o mesmo tema anterior. O texto do JLCoronado é este: http://ined21.com/humanismo-en-una-epoca-red/ recomendo sua leitura.

"...
(...)Uma tentativa de transpor e transferir para suportes que achávamos perenes. Faz-me lembrar de um outro post seu sobre as memórias dos pacientes internados em manicômios. Imagine a fragilidade de "contatos com a realidade" e os parâmetros pessoais usados para validar imagens, sensações, sentimentos e lembranças e transferi-las para ícones -pois não passam disso-: sapatos, fotos, escovas, cadernos, roupas, um bric-a-brac de vidas. Onde a realidade é ditada por outros e os parâmetros são desenvolvidos intimamente a cada novo dia, um a um. E estes ícones, expropriados, são julgados em relação por outros... que invariavelmente usarão seus próprios parâmetros ao fazê-lo.
Quantos não pensaram: "quinquilharias", ao ver a vida dos outros exposta sem as roupas do rei.
Nus dentro de malas.
Faz muito tempo, conversava com JSantin, cardiologista amigo meu (luthier e violeiro de mão cheia) que além do coração de cordas ele mexia com as cordas do coração, aludindo ao seu diagnóstico usando variações tônicas dum EcoDoppler.
Hein?!
Como construímos conhecimento? Fazendo relações com informação. Aprendemos quando o que sabiamos se modifica e adapta ao novo ambiente. Como manter contato com esta hora em que mudamos -pois nada mais é do que isso: mudança- senão guardados entre neurônios e cordas cardíacas? Criamos ícones, suportes mnemônicos, que emprenhamos de significados.
Desculpe-me, de manhã fico tagarela. E a brisa fresca ao embalo do canto do pássaros leva minha imaginação para longe.
...!
-sobre construção de memórias e fotografias antigas

"...
(...)Sim, muito bonito e tal e coisa. Mas, você viu a quantidade de informação que seremos "obrigados a brindar" para que esta Web semântica consiga fazer relações? (Como irá saber de qual pizza eu gosto? E se formos dois em casa, cada qual com gostos diferentes?) Não mais entrar palavras ou frases soltas e esperar resultados mirabolantes do Google, por exemplo. Haverá que fazer relações... e, principalemente: intenção. Ou como diz o Silver (2009): "O acrônimo GIGO (garbage in, garbage out) sintetiza o problema. Se alimentarmos uma máquina com dados ruins ou criarmos uma série de instruções tolas, ela não vai transformar joio em trigo. Computadores não são muito bons em tarefas que exijam criatividade e imaginação, como conceber estratégias ou teorias sobre a maneira como o mundo funciona".
Porque há dias em que até a imaginação precisa de óculos.
Não estou dizendo que seja impossível, estou avisando (olha a Cassandra de novo!) que nesta equação ambos os braços devem mudar. Nós devemos mudar... também!
..."

"...
(...)1, 2 et 4 - touché! 3 - Sim, farei isso. Em todo caso o rasto de informação é enorme. A W3C até mostra uma apresentação com dados de 2007 (18,86 bilhões de Gigabytes no analógico vs 276,12 bilhões de Gigabytes no digital) sobre a quantidade de informação estocada e nosso amigo Rui postou faz pouco um debate com números-volumes "explosivos" para dizer o mínimo. E aí, outra vez, nós -concordo mas não é exclusividade só dos brasileiros, não- que não estamos habituados a separar nem o lixo que produzimos quanto mais prestar atenção em informação.
Vem uma nova onda aí, e mesmo quem nasceu na tecnologia, vai ter que pensar muitas coisas de modo diferente. A qualidade do silêncio será outra.
(http://homepages.cwi.nl/~steven/Talks/2013/07-xx-web/)
..."
-ambos sobre web semântica

"...
(...)Aqui percebo um paradoxo; como retirar do gênero causas e motivações? É atávico este anhelo particular e, como doença, ele não reconhece gênero, raça ou saldo bancário (como bem diz o HTorloni). No entanto, devemos deixar de tratá-lo como a qualquer outra patologia. Atávico era também andar trepados em árvores e isso deixamos de fazer faz algum tempo. Então, podemos muito bem mudar este traço de ranço cavernoso sem problemas. Não é, ao meu ver, um problema de cifras.
Homens podem (e deveriam) cozinhar e lavar seus pratos, mulheres podem dirigir uma motoniveladora ou uma composição a diesel... ou desenhar um superpetroleiro, porque não? E ambos podem fazer com que C-A-T-G faça sentido.
O único que homem nenhum pode fazer é dar à luz (mas tem, nos créditos, seu nome inserido como extra... papel pequeno). O que nos levaria a outro debate... não?
Quanto tempo demoraram para permitir mulheres nas escolas de medicina? Às presidências de repúblicas, então?
Não me parece que tenham desempenhado pior do que muitos dos seus pares homens.
Discutirmos gêneros é como acender uma vela pelas duas extremidades ao mesmo tempo. Mas que é divertido, isso lá é.
..."
-sobre a discriminação por sexo

E, por último, um comentário que não publiquei a respeito de apreciações das futuras gerações sobre tecnologias e comportamentos atuais. Vejam se entendem:

"...
Lendo e re-lendo seu post e comentário, me chamou a atenção o modo como "vemos" os
habitantes futuros. Se minha leitura não estava errada, fica implicito que: eles pensam exatamente como nós pensamos agora.
Chamavamos os aztecas de bárbaros, selvagens. Mas eles sabiam astronomia, matemática e algumas biociências que só agora começamos a compreender. Sobreviviam num dos biomas mais desgastantes e pouco complacentes do planeta. E ainda mais, os espanhois (leia-se: os europeus), por qualquer tira-lá-essa-palha ou tosse, nessa mesma época, sangravam o paciente sem pestanejar. Também tinham os escalda-pés, o vomictórios e os purgantes. Era a terapéutica em voga. Acabavam a doença ou se acabava o paciente. Mas eles eram os "civilizados".
Tenho sempre a impressão de que olhamos para o futuro como quem está de costas para ele olhando um espelho e fazendo a descrição do que vê.
Os visionários se assombram (awe) e emudecem.
..."

Obrigado por me ler.


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

a Capella - Caos (quase)controlado


Quero meu sossego de volta!!
Aprender é reconhecer a diferença entre o que era e o que é.
Simplificando muito... Mas, como é para mim, a simplificação funciona. Deve bastar.
O muro do claustro rachou e, depois de muito tempo, ví as cores e escutei os sons lá de fora. Aqui dentro era todo um pastel a capellado. Já não é mais. E por mais que tente, não consigo emudecer as cores nem abafar os sons que insistem em invadir todo rincão azulejado de gris. O coro desandou e agora se escutam, repetidamente, os Domines parecidos com isto:




Depois, como voltar ao sossego cantado? O coração dispara acompanhando o ritmo e não quer voltar atrás. Gritar pelos corredores: "É mentira, é pura ilusão!" é inútil. Não há volta. A mudança já aconteceu. O que era não é mais. Não posso voltar à pele descartada. Não é medo do que há à frente, É o desconforto de saber que não há mais para onde voltar.
A única saída é em frente, enfrentar a música e as cores. Abraçá-las como amigas bemvindas e seguir.
Até onde der.
És tu.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

O que não é abstração


Pensamos re-fazer a ponte entre a percepção e pensamento. Temos tentado mostrar que a percepção consiste na captação de elementos genéricos relevantes do objeto. Inversamente, pensar, na medida de ter algo para pensar, deve ser baseado em imagens do mundo no qual vivemos. Os elementos do pensamento na percepção e os elementos perceptuais no pensamento, são complementares. Transformam a condição humana em um processo unitário, que nos leva sem falhas da adquisição elementar de informação sensorial às ideias teóricas mais genéricas.

O traço essencial desse processo unitário cognitivo é que a cada passo ele envolve abstração.
Então, a natureza e o significado da abstração deve ser examinado com cuidado.
...


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sábado, 18 de agosto de 2012

Ócios

Se existem as condições para um novo mercado -seguindo a tese do Domenico De Masi- porque continuamos trabalhando cada vez mais, produzindo cada vez mais e aproveitamos cada vez menos?
Deveriamos pensar -e tentar aplicar- mais um novo projeto de vida e menos um ajuste contábil!!


Veja os paradigmas de De Masi em: http://www.youtube.com/watch?v=dQVVgqiV-lc

quarta-feira, 6 de junho de 2012

É óbvio, não é?


Estava pensando em como as coisas mais óbvias são, quase sempre, as mais difíceis de explicar. Ou pior: de perceber!

As vezes dá quase para perceber os padrões coloridos do "desenvolvimento humano" (isso mesmo, mas veja onde estamos). E como esses padrões se repetem por iteração (isso mesmo, de novo) em diferentes niveis. Como deveria ser; teoricamente.
Mas, ninguem está mais interessado.


quinta-feira, 17 de maio de 2012

Pós-Facebook

(Comentário 1)
Uma situação sui géneris onde o mínimo de interação somado cria um volume enorme de informação. Iteração? Se falarmos em fractais... Fractal.

(Comentário 2)
Estamos assombrados, como os marujos de Colombo, que viram a costa espanhola sumir no horizonte e esperam cair da beira do mundo a qualquer hora. Como eles, cometeremos muitos erros. Mas, no fim dará tudo certo.

(Comentário 3)
Confesso, comecei a escrever meu comentário anterior duas ou três vezes diferentes. Após pouco tempo, na re-leitura, me parecia que o que tinha escrito estava mais para: "Foi em Diamantina, onde nasceu JK, que a Princesa Leopoldina... " etc, e me dava vergonha de conseguir engendrar tanta sandice. Apagava todo rapidamente, antes que alguem visse minhas bobagens. Parei, como disse, várias vezes e me obrigava a ler outras coisas para desviar do assunto. Uma vez me peguei lendo um artigo sobre cooperação e co-evolução e depois outro do Ralph Abraham chamado "Human Fractals: The Arabesque in our minds". Da leitura deste saiu o meu comentário, muito sintetizado: "Estamos assombrados, como os marujos de Colombo..." para ilustrar o que vejo como nossa postura frente ao que a tecnologia e a internet têm feito com nosso modo de viver.

Acredito que acabamos de passar a soleira de uma nova e maravilhosa era. O começo está ainda visível no horizonte e o fim nem sequer podemos imaginar. Mudamos muito, mudamos todo dia, e a cada dia mudamos mais rápido.

Nossas tímidas experiências nos mostraram problemas que nunca imaginavamos poder vir a ter. 1984 veio e se foi sem maiores conseqüências. O ano 2000 fez o mesmo. 2012 então, so far, so good...

O que faremos com a tecnologia e não o que a tecnologia fará conosco é o "X" da questão. Às vezes nos esquecemos que somos nós -humanos- que fazemos as ferramentas e não o contrário. Temos, isso sim, que (re)aprender a "ser" sem a ferramenta. Aprender, primeiro, a usar a ferramenta universal: nosso cérebro. A sós e em grupos, e talvés essa passividade seja menor. Essa interação seja melhor. Quem me diz que as ideias dos formadores de opinião são as melhores? E, porquê deveria seguí-las sem questão? Não, não proponho, de modo algum, o abandono total da tecnologia e nem o descarte dos formadores de opinião. Uma e outros são úteis, cada qual ao seu modo. Mas sim, saber que existem e são permitidas, muitas outras opções além do "curtir" e "compartilhar". Mesmo sem o concurso obrigatório da tecnologia.

E então nossas tímidas experiências nos mostrarão soluções que nunca antes tinhamos imaginado.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Cult Inut

Na atual conjuntura das coisas, não existe mais a tal "cultura inútil". O fluxo de iterações é tanto que, ou assume as ligações ou o inútil é você.




09/05/2012




Muitas generalizações mas, assim está bom...

terça-feira, 1 de maio de 2012

O errado devo ser eu, claro!


Quando começo um projeto, primeiro tento imaginar o ambiente em que "vou trabalhar" (leia-se: onde meu cliente está inserido) e como é a ecologia desse ambiente. Como ele funciona.
Entender onde eu fui me meter... enfim.
As primeiras idéias recolho sempre dos clientes. O que ele faz, o que quer fazer, como quer fazê-lo, quais seus objetivos. As vezes, às duas últimas perguntas, eles não têm a menor idéia de como responder. Agradeceriam qualquer sugestão. Mais ou menos, começar do zero, literalmente.
Primeira nota: poucos sabem o que seja um Plano de negócio. Este processo não se faz com muitos rituais cabalisticos ou exercícios físicos extenuantes. Resumindo; é só prestar atenção, aprender.
De onde vem os tais comentários: "Você está trabalhando?" "Nem suou a camisa!", "Você só brinca!" "Você faz isso com uma mão nas costas!", "Nem levou cinco minutos para fazer!".
E depois começam a invocar o japonês: "Takaro nê!".

Estratégias podem ser comumente definidas como mapas de ação para obter ou atingir um resultado específico. Usualmente, quando bem feitas, elas deveriam contar com mais de um, e não menos de 3, caminhos diferentes e alternativos facilmente acessíveis entre eles. Os famosos: Plano B e C, que também devem ser conhecidos da equipe toda. Comumente, não existem e não o são. O que leva a, dadas as condições certas, aumentar o estresse e diminuir o desempenho das equipes. Em empresas grandes isso equivale à perda de um dente numa roda dentada. Outro belo passo nessa mesma desastrosa direção é a ignorância por parte da equipe da estratégia a seguir como um todo. As famosas estratégias de cima-para-baixo. Onde cada elemento age como se fosse separado de todo o resto por razões que somente a altíssima gerência e Deus devem saber. E, a vezes até o próprio Deus desconhece, afinal ele não é da gerência.
Em qualquer uma das direções que isso aconteça o resultado é sempre o mesmo: um desperdício enorme de todo tipo de energia para conseguir resultados aquem do ideal.

Merchant no seu livro "The New How" sobre estratégias colaborativas diz que, usualmente, as pessoas não são culpadas pelas falhas das estratégias. Principalmente quando estas são implementadas de cima para baixo. Hierarquicamente.
Mas, e quando não existe?


PS
Nestas últimas semanas, um antigo cliente, me ligou dizendo que estava contente com o resultado do meu serviço, que estava lançando nova linha de produtos e que tinha "descoberto" que estavam copiando a nossa idéia. Me lembro o quanto custou para convencé-lo sobre o conceito que estava propondo. E, confesso, não achei que o tivesse convencido de fato. O tempo mostrou que estava (mais ou menos) correto.

(continuarei...)

domingo, 1 de janeiro de 2012

Demolition Angel

Já prestou atenção em como, na auto-sabotagem, você não precisa se pintar ou vestir de preto, nem se esgueirar pelas sombras?
Você só não vai lá e não faz...
Pronto!


















Saíndo uma receita de auto-sabotagem no capricho (hold the onions!)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Cluetrain Manifesto - 2

"When you get past the mission statement and the slide showing why your current market share and revenues are making Croesus envious, and you start to tell your story, only then do people begin to understand your company."

David Weinberger, The Hyperlinked Organization, 2011

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

História(s)

Em algum lugar escutei: "se ignorarmos a história seremos condenados a repetí-la!" Acho que meu irmão me fez lembrar disso por algum comentário que escreveu no seu blog.

E, como sempre, saí pela tangente pensando em como a ignorância poderia causar tanto estrago em tão pouco tempo. Imaginei como seria se daqui a alguns anos a curva ascendente da lassidão (desculpem, tive que escolher um termo menos ofensivo) atual fosse o tonus. A imagem que me veio à cabeça não era minha de forma alguma. Alguns outros já a viram e usaram em seus avisos. Não sou o primeiro, nem o melhor.
Sou mais um...


Morloks, para quem ainda não conhece, são os sujeitos na foto acima. Fora o modelito Mary Quant e o cabelo chapinhado, eram uns troglôs de mão cheia.
...

Esses guerrilheiros de fim-de-semana no seu afã de emular Che Guevara só conseguem arremedar um Chacrinha mal humorado e baderneiro.

[continua]

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Durkheim

"For if society lacks the unity that derives from the fact that the relationships between its parts are exactly regulated, that unity resulting from the harmonious articulation of its various functions assured by effective discipline and if, in addition, society lacks the unity based upon the commitment of men's wills to a common objective, then it is no more than a pile of sand that the least jolt or the slightest puff will suffice to scatter."
 
Émile Durkheim
 
Etc e tal...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Open Up


"O impacto mais imediato do estruturalismo foi a implosão do paradigma sartreano, pois ao entender as linguagens como construtivas da totalidade dos fenômenos sociais, punha em xeque o primado da razão, a supremacia dos grandes sujeitos, o culto ao existencialismo. Vis-à-vis ao existencialismo sartreano, o estruturalismo poderia ser acoimado de decretar a morte do homem, de ser anti-humanista e de recusar a História, isto é, privilegiar sistemas e processos em detrimento de agentes sociais, unificando a variedade de tipologias sociais em modelos sintéticos e sumários, reduzindo a variada complexidade relacional àquelas que sobrelevavam o papel atribuido ao sincrônico em relação ao diacrônico na sociedade humana. Era, no fundo, em nome do cientificismo, da crise das Ciências Sociais, a busca por um método capaz de prover uma certa inteligibilidade global da humanidade.
..."

Espaço pronto para edição. Aguardem.