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sábado, 30 de maio de 2015

Reir Llorando

Esta é uma daquelas poesias que têm vindo me acompanhando desde jovem. Tenho vários outros posts no prelo, mas na falta de criatividade, esta poesia preenche além do necessário todos os requisitos.
Comparto a inspiração do Sr. Juan de Dios Peza.


REÍR LLORANDO

Viendo a Garrick -actor de la Inglaterra-
el pueblo al aplaudirlo le decía:
“Eres el más gracioso de la tierra,
y más feliz…” y el cómico reía.

Víctimas del spleen, los altos lores
en sus noches más negras y pesadas,
iban a ver al rey de los actores,
y cambiaban su spleen en carcajadas.

Una vez, ante un médico famoso,
llegóse un hombre de mirar sombrío:
sufro -le dijo-, un mal tan espantoso
como esta palidez del rostro mío.

Nada me causa encanto ni atractivo;
no me importan mi nombre ni mi suerte;
en un eterno spleen muriendo vivo,
y es mi única pasión la de la muerte.

-Viajad y os distraeréis. -¡Tanto he viajado!
-Las lecturas buscad. -¡Tanto he leído!
-Que os ame una mujer. -¡Si soy amado!
-Un título adquirid. -¡Noble he nacido!

-¿Pobre seréis quizá? -Tengo riquezas.
-¿De lisonjas gustáis? -¡Tantas escucho!
-¿Qué tenéis de familia? -Mis tristezas.
-¿Vais a los cementerios? -Mucho… mucho.

-De vuestra vida actual ¿tenéis testigos?
-Sí, mas no dejo que me impongan yugos:
yo les llamo a los muertos mis amigos;
y les llamo a los vivos, mis verdugos.

Me deja -agrega el médico- perplejo
vuestro mal, y no debe acobardaros;
tomad hoy por receta este consejo
“Sólo viendo a Garrick podréis curaros”.
-¿A Garrik? -Sí, a Garrick… La más remisa
y austera sociedad le busca ansiosa;
todo aquel que lo ve muere de risa;
¡Tiene una gracia artística asombrosa!
-¿Y a mí me hará reír? -¡Ah! sí, os lo juro;
Él sí; nada más él; más… ¿qué os inquieta?
-Así -dijo el enfermo-, no me curo:
¡Yo soy Garrick!… Cambiadme la receta.

¡Cuántos hay que, cansados de la vida,
enfermos de pesar, muertos de tedio,
hacen reír como el actor suicida,
sin encontrar para su mal remedio!

¡Ay! ¡Cuántas veces al reír se llora!
¡Nadie en lo alegre de la risa fíe,
porque en los seres que el dolor devora
el alma llora cuando el rostro ríe!

Si se muere la fe, si huye la calma,
si sólo abrojos nuestra planta pisa,
lanza a la faz la tempestad del alma
un relámpago triste: la sonrisa.

El carnaval del mundo engaña tanto,
que las vidas son breves mascaradas;
aquí aprendemos a reír con llanto,
y también a llorar con carcajadas.

Juan de Dios Peza




quinta-feira, 7 de maio de 2015

Escambo, Ganância e Indústria Automobilística


Faz algum tempo, e cada vez mais alto, se escutam notícias como as que seguem na mídia nacional:
  • Em São Paulo, Volks põe 8 mil metalúrgicos em férias coletivas;
  • A General Motors (GM) também mantem 819 metalúrgicos em lay-off na fábrica de São Caetano do Sul (SP) desde novembro do ano passado. E ainda mais 473 metalúrgicos com contratos suspensos na unidade de São José dos Campos (SP), desde março até agosto;
  • Na Mercedes-Benz, são 850 trabalhadores afastados ao todo. A Mercedes tem ainda 100 metalúrgicos em lay-off até o fim de maio na fábrica de Juiz de Fora (MG);
  • A Ford, por usa vez tem 424 metalúrgicos em banco de horas desde 23 de fevereiro, por tempo indeterminado, em São Bernardo do Campo (SP). No fim de março, a montadora demitiu 137 funcionários da unidade Taubaté, após oito meses de lay-off;
  • Na fábrica da Volvo em Curitiba (PR), 1,5 mil trabalhadores estão em bancos de horas desde o dia 24 de abril para adequar a produção à demanda. De acordo com a companhia, eles devem retornar ao trabalho na quarta-feira (6);
  • Na fábrica de caminhões MAN Latin America em Resende (RJ), a carga horária está reduzida em 10% desde dezembro;
  • Nas duas fábricas da Marcopolo em Caxias do Sul (RS), acordo entre sindicato e empresa prevê até seis dias de parada de produção por mês, entre abril e maio;
  • Com a produção de veículos em queda, a Pirelli vai colocar em lay-off por cinco meses, a partir das primeiras semanas de maio, 1,5 mil trabalhadores das quatro fábricas que possui pelo País. Tal número equivale a 12,5% de toda a mão de obra da fabricante de pneus.
Acompanhe-me.
Vamos, por um átimo, fingir que os únicos problemas que assolam o País sejam os expostos acima. Então teriamos uma conta que, por alto nos dá algo em torno de 13,803 trabalhadores em regime de lay-off ou que foram demitidos da segunda metade do ano passado até hoje. E isso, somente nas maiores empresas da indústria automobilística. Os dados das empresas de insumos menores ainda não tenho, e provavelmente, não teremos nunca.


Como já mencionei antes, em outro post deste mesmo blog (Mão Pesada), a indústria automobilística brasileira tem sido beneficiada, e muito, por isenções e descontos de taxas e impostos, várias vezes no decorrer dos últimos anos, com a justificativa de evitar demissões e crises sócio-econômicas que desestabilizariam as instituições democráticas, a sociedade e o "american way of life".
Seria "o diabo a quatro", em outras palavras.

Mais uma chantagem sem-vergonha, onde o trabalhador, na contenda, volta a ser tratado como moeda de troca entre as famosas "forças ocultas". Chantagem sim! Perceba como o automóvel NÃO É artigo de primeira necessidade, ou essencial. Algo como a cultura do tabaco, por exemplo. No entanto, transformamos (virgula, que não fui eu/nós!) a indústria automobilística quase que em monocultura brasileira.


E, como sofremos de uma miopía endêmica, não percebemos a produção (nem quase nada, diga-se de passagem) de forma holística. Achamos que produzir -qualquer coisa- se reduz somente a isso; produzir. Não vemos as intrincadas redes e relações que qualquer (repita comigo: Q-U-A-L-Q-U-E-R) produto ou serviço tece ao seu redor.
Por um lado, em nome dum progresso industrial rápido e virtual, desde os anos 50, o governo investe pesado na indústria automobilística e na sua infraestrutura.
Oba, o Brasil é o 7º maior produtor de carros no mundo!


Vamos por partes; nós não criamos nada.
Temos algumas montadoras de marcas estrangeiras e muitas fábricas menores, fornecedoras de peças para essas montadoras. Entretanto o "carro brasileiro", que por lei, deve ter em torno de 70% de peças fabricadas no Brasil, continua a ser um dos mais caros, e tecnologicamente mais defasados, do mundo.


Ano 2015/Modelo 2016
Segundo reportagem publicada recentemente num semanário local, "Os preços exorbitantes são decorrência de um conjunto de fatores: carga tributária excessiva, gastos elevados com matéria-prima, mão de obra e logística, falta de competitividade, margem de lucro maior do que no exterior, demanda crescente e consumidores dispostos a pagar mais". Ufa, isso desestimularia qualquer um.

Epa, como assim: "consumidores dispostos a pagar mais"?
Eis um dos paradoxos da cultura do "levar vantagem em tudo". Dificilmente haverá uma relação ganha-ganha, nem mesmo um empate empático e gentil.



E, por outro lado, as vantagens concedidas repetidamente, criaram uma bolha que agora está prestes a -como todas as outras bolhas antes dela- explodir na nossa cara. Vejamos, se o governo reduz temporariamente o recolhimento de imposto, digamos o IPI em 7 pontos percentuais, é lógico que aumentará o consumo. Mas, um consumo artificial, temporário enquanto o governo manter essa renúncia fiscal.

As empresas, por seu lado, ao invés de buscar, e propor, soluções proativas para fazer verdadeiramente frente a estes custos e situações, estará muito contente ocupada produzindo e antecipando as vendas a curto prazo. O longo prazo delas é amanhã.

Lembra das aulas básicas de gestão e psicologia comportamental? Diziamos que: "O homem é um sistema aberto, resultado da somatória de (1) sua bagagem hereditária, (2) dos acontecimentos da sua história particular e (3) do meio-ambiente em que vive".
Será então muito fácil explicar porque ele (o homem) ao lembrar (1) o que lhe aconteceu (2) poderá evitar que aconteça de novo (3).
Certo?

No caso das montadoras, errado... Primeiro saturam antecipadamente o mercado e depois, como crianças malcriadas irão fazer birras, jogar a culpa nos outros (entenda-se: no governo, seja lá qual for) e quem vai pagar a conta serão os (des)empregados, e você... e eu.

Dizer que as montadoras estrangeiras poderiam sobreviver sem esses incentivos, mas que a maioria das menores nacionais não, me parece uma temeridade. Monte um carro sem parafusos de roda ou amortecedores, por exemplo. Mesmo a disposição do consumidor de pagar mais seria grandemente arrefecida. As margens de lucro diminuiriam consideravelmente, fechariam-se as portas da burra estatal.
Não seriamos mais o 7º maior produtor de carros do mundo, eu sei.

...
Uma pena.



“A não mobilidade é o caminho natural das metrópoles que optaram por sistemas de transporte sem planejamento ou por políticas que privilegiam o transporte motorizado individual e não investem em redes estruturadoras de transporte público”, afirmou Manoel da Silva Ferreira Filho, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Metrô (AESMESP).


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segunda-feira, 20 de abril de 2015

De Nêmesis e Guerras

Estamos no meio de uma guerra na qual só uma das facções morre.
Ninguém nos diz o motivo afinal, desta contenda. Continuamos a morrer e pronto. Todo dia vemos no noticiário, no meio da nossa sala, avisos e flashes de última hora sobre assassinatos, latrocínios e outras malvadezas que o homem faz com o homem (Mensch).
Me cansa a cacofonia do diário descrever de atrocidades sem conta e de toda espécie, cores e tamanhos...



Vemos diariamente áreas arruinadas e gente abusada, sofrida, que cada vez mais, e mais rápido, perde a esperança na vida. No entanto se prestarmos atenção no 'opositor' perceberemos várias coisas interessantes.

Uma, ele, "o agressor", é exatamente igual à sua vítima. Saem ambos da mesma sociedade, cidade, comunidade. Eles são iguais! Poderiam até ser irmãos, mas historicamente, já sabemos que isso nunca impediu a desumanidade.

Outra, quanto maior o grupo agressor perante sua vítima, maiores serão as atrocidades cometidas. Mas, nestes mesmos cenários (veja as imagens do noticiário) o opositor está na mesma situação de sua vítima. Ele é tão vítima quanto a vítima pretendida. Sua ideologia ou motivação não importam, todos iguais em demonstrar ferocidade e poder de fogo ante inimigo menor ou desarmado.



As vítimas, simples índices de fatalidade e desvalidos de proteção, mal fazem frente. Alvos. Não importa de onde venham os ataques, se do agressor ou mesmo daqueles cuja função seria a de defendê-los, o resultado continua o mesmo.
1 x 0 para eles.


Vemos em escalas variadas as ações destes elementos, isolados ou em bandos. Desde abusos contra crianças até invasões a países vizinhos, o que invariavelmente desemboca em conflitos regionais maiores.

Qual é mesmo daqueles que, pelo menos, sabem o porquê de suas ações? Poder, dinheiro?
Tirem-se as armas, o número, e automaticamente, agressor passa a ser vítima. Pede auxílio, precisa socorros, tanto quanto precisou sua vítima antes dele! E nem Aristipo, o único hedonista verdadeiro, para quem a existência de um desejo era base para o direito de satisfazê-lo, poderia justificar tais atrocidades.

E, ainda há um terceiro ou quarto grupos.
Aqueles que, por benefícios ou interesse, fornecem as condições (leia-se: armas e munições) para o grupo ou grupos opostos na contenda. 
Estes grupos mantêm-se longe, e em segurança, e até são reconhecidos por outros não-beligerantes. Usualmente estes nem sequer pertencem ao país, ou região atingida pelos seus produtos ou serviços.
Seus interesses e manipulações nem sempre são tão óbvios.



Aquelas atrocidades feitas sub-repticiamente, como tramas dentro de tramas, são mais difíceis de atinar e perceber. Elas levam a resultados parecidos com as anteriores, mas sua finalidade é outra. Usualmente um benefício econômico a médio ou longo prazo.

Às vezes não passam de "passos intermediários" para se atingir um resultado outro, até mesmo longe do local. Mas, seu resultado imediato, no local ou região, não deixa dúvidas. É só prestar atenção e ver.

O objetivo destas é planejado com alguma antecedência, quase como estratégia militar, no âmbito comercial ou econômico. Já escutou falar em "hostile takeover"?
Um spin-off ou corolário de fusões e aquisições.

Alguma vez se perguntou o que acontece quando uma empresa (A) compra outra empresa (B)?
Primeiro, e sempre, empresas não compram por capricho. Sempre há um benefício latente nesses movimentos. Estes não necessariamente são divulgados ao público consumidor.
De onde poderiamos voltar à questão lá de cima: "Qual é mesmo daqueles que, pelo menos, sabem o porquê de suas ações. Poder, dinheiro?
E adiciono: mercados e tecnologias?



Afinal, quem pode mais, ganha. É isso?
Uma grande empresa multinacional, soma dinheiro com os contatos políticos certos, e engole outra menor ou sua concorrente, ou um policial armado fere uma mulher grávida numa discussão banal. Ou ainda, um menor delinquente dispara contra uma vítima desarmada porque (entre outras coisas) sabe que, pelas leis atuais, não será punido.

Culpa de ninguém ou de todos?


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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

O que (já) deveria saber aos 60


Estava lendo minha página do Pinterest e apareceu um grupo de pins sobre "Coisas a saber quando temos 20 anos". Não me lembro de ter visto nada direcionado aos 60 anos. Mas, já que estou aqui, posso sanar essa falha. Pode não ser o melhor, mas conto com todos os que quiserem ajudar, em qualidade e quantidade, no rol que me ocorreu.

Não perderei tempo explicando o que deveriamos saber aos 20, e afinal se você já tem 60 e ainda não sabe, espere até escrever algo como: 'o que você deveria saber aos 80'. Fará mais sentido então. Mas, no caso fortuito de você ainda estar longe dessa idade aqui vão alguns avisos de percurso.
Algo como um mapa da Michelin, mas bem mais esquecível.


1 - Faça exercícios físicos
Corra, ande, pule, faça caminhadas longas e sem destino certo, faça sexo (sim, por acaso aquilo tem data de validade? Se funciona, por Deus, use!). Isto lhe evitará visitas rotineiras ao médico. E aumentará seus níveis de endorfinas (a droga do futuro, acredite). Sem contar com o viço que sua pele terá. O sorriso virá de graça!

2 - Não se irrite!
Pense da seguinte maneira, se quando podia fazer alguma diferença não o fez, por que essa agitação toda agora que é velho? E chamar velho de terceira idade é um eufemismo besta! Sorria.

3 - Faça o que seu coração mandar
Divida sua vida em terços de vinte anos cada. No primeiro você aprendeu, no segundo você aplicou o que aprendeu, no terceiro faça o que lhe der na telha!
Ninguém vai viver sua vida por você! Como disse o Drummond: "Vá ser feliz, por ai".

4 - Aprenda outros idiomas
Sim, nada melhor para apurar a audição do que aprender outro idioma! Pense com o coração, escolha um idioma que sempre admirou por não entender e aprenda-o. Depois junte-o ao item 9 lá embaixo e divirta-se.

5 - Preste atenção aos sinais
Tanto os de dentro como os de fora. O sol e o canto do galo são sinais que a natureza nos dá de graça todos os dias. Dor no peito, de repente pode não ser somente gases.

6 - Esqueça os jogos de tabuleiro
Os computadores modernos tem todo tipo de jogos e quinquilharias digitais feitas para alguém da nossa idade. Aproveite! Quem, inocente, se surpreende com a Geração touchscreen, é porque ainda não viu um velho que aprendeu a pensar junto ao computador. Afinal, computadores existem desde antes da Revolução Francesa.

7 - Leia e pense no que leu
Já disse uma vez antes que: 'aprender é saber a diferença entre o que era e o que é' A leitura trará você ao contato com outras mentes e saberes. Aprenda sem constrangimento ou vergonha. Nunca paramos de aprender. Quem diz o contrário está morto. Ou pior, é um tonto.

8 - Tome uma taça de bom vinho.
De preferência, em boa companhia. Tomadas as devidas precauções, há poucas coisas que podem ser tão prazerosas. Depois da primeira taça, quem sabe, a noite é jovem...

9 - Viaje.
Permita-se conhecer novos lugares, novos amigos. Experimentar novos sabores, acordar sob outros céus. Ouvir músicas e sentir aromas diferentes é uma experiência que vale a pena. Nosso mundo oferece tantas possibilidades, aproveite. Por outro lado, receba bem ao turista, lembre-se: todos somos turistas nesta terra. Estamos aqui só de passagem.
Bon voyage!

10 - Não se assuste com coisas novas ou diferentes
Tudo é novo alguma vez. Porque seria diferente com as situações? Pense num caleidoscópio onde a imagem muda sem aumentarmos a informação. Agora imagine se a essa imagem adicionássemos informação. Absorva e, como no item 7, aprenda coisas novas. Verá que a velocidade do caleidoscópio aumenta na medida em que aceitamos essa mudança.

11 - Seja agradecido.
Comece seu dia com um sorriso e que a primeira palavra a ser dita seja: obrigado.
Lembre-se: todos somos um milagre, fruto da corrida de milhões. Somos ganhadores desde a concepção, bem antes de nascer! Não acredite naqueles desinformados que insistem em dizer que a vida não vale nada. Se não valesse, não haveria tanta vida por ai. Não é por haver muitos de nós que nosso valor é menos. Alegre-se, você está vivo, pode fazê-lo.

12 - Não tenha medo de ser generoso
Há muitas formas de ser generoso. Coisas simples como um olhar, um sorriso, um bom dia, podem ser dádivas para quem as recebe. Exponha-se, comparta o que sabe, faça atalhos e explique o conhecimento. Sempre haverá plateia para a experiência.

13 - Sirva de exemplo
Pode ser que você ache que até agora sua vida não valeu a pena. Mas veja da seguinte forma, pode ser que sua vida foi assim para servir de exemplo para outros. Como um daqueles avisos amarelos na beira da estrada: "Cuidado pista escorregadia à frente".

14 - Seja complacente
A estas alturas já descobrimos que não somos imortais. Também dever-ia-mos saber que não somos infalíveis. Permita-se um erro vez por outra, e saiba que os erros são mais comuns do que nos livros dizem. Ninguém conta quantas vezes errou em verso e prosa. Então, se você pode errar, os outros também podem. É uma forma de aprender. Sorria, reconheça o erro, e comece de novo.

15 - (Venha brincar. Esta você escreve. Mande para mim como contribuição...)



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