Descrições, comentários e atalhos sobre Logística, arte e tecnologia, pos-humanismo e pressentimentos pessoais de um nefelibata. Nada impede que entre tantos haja alguma coisa útil.
segunda-feira, 29 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Aforismos e outros foras (1)
Justo quando pensamos ter chegado ao fundo do poço passa um desocupado, com pá e picareta, disposto a cavar mais um pouco!
segunda-feira, 15 de março de 2010
Paixão
"Agimos como se conforto e luxo fossem os principais ingredientes da felicidade, quando tudo o que realmente queremos é algo que nos entusiasme".
W. Beausay II
W. Beausay II
segunda-feira, 1 de março de 2010
George Linnaeus Banks
I live for those who love me,
For those I know are true,
For the Heav’n that smiles above me,
And awaits my spirit, too;
For all human ties that bind me,
For the task by God assigned me,
For the bright hopes left behind me,
And the good that I can do.
Hope you like it too.
For those I know are true,
For the Heav’n that smiles above me,
And awaits my spirit, too;
For all human ties that bind me,
For the task by God assigned me,
For the bright hopes left behind me,
And the good that I can do.
Hope you like it too.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Aproveitemos as desgraças
Às vezes uma desgraça, um contratempo, um revês enfim nos deixa sem ação. Mas, quanto mais penso no assunto todas essas desgraças, esses contratempos e reveses trazem condições para mudanças e suas soluções. Algumas inesperadas e inovadoras, até.
Senão vejamos alguns exemplos;
No Haití, o último terremoto acabou com quase todo. Seja lá o tipo de organização que tinham, não existe mais. As construções ruiram como castelos de areia, e não ficaria surpreso se as que ainda não cairam, irão fazê-lo num futuro relativamente curto. As imagens que nos têm chegado é a de um caos de gente sem destino ou função esperando "maná cair dos céus". E muitos países, esquecendo seus próprios problemas, ajudando essas pessoas. Reforçando muitas vezes esta espera de chuva de maná.
Ok, acredito que num primeiro momento seria útil essa ajuda. Mas com o tempo ela deveria mudar e adaptar-se às necessidades do local. Recriar a sociedade ou melhor aproveitar o momento para criar uma sociedade melhor, uma organização social melhor para o Haití. Se seus líderes viram a necessidade de fugir do local, melhor! Não eram bons líderes, outros surgirão. Mas, num novo contexto. Um onde o bemestar de todos seja a razão primordial. Onde o desenvolvimento pessoal crie condições para o social e vice-versa. E onde as pessoas se adaptem ao meio-ambiente e não mais forçar o contrario.
Nossa própria história recente nos mostra que saímos melhores das desgraças. Basta lembrar uns 20, 30 anos atrás a situação em que estavamos. Foram necessárias todas essas "passagens" para melhorar. Digo "melhorar" pois acredito piamente que estamos melhor hoje do que naquela época. Pode discordar a vontade.
Não virar as costas e ficar pensando como eramos, mas encarar o presente e trabalhar com afinco para atingir o futuro que queremos. Cuidar do processo para atingí-lo, lembrando que todos estamos ligados por ação ou reação.
E cada um tem seu tempo certo de aprender e reagir.
(continua)
Senão vejamos alguns exemplos;
No Haití, o último terremoto acabou com quase todo. Seja lá o tipo de organização que tinham, não existe mais. As construções ruiram como castelos de areia, e não ficaria surpreso se as que ainda não cairam, irão fazê-lo num futuro relativamente curto. As imagens que nos têm chegado é a de um caos de gente sem destino ou função esperando "maná cair dos céus". E muitos países, esquecendo seus próprios problemas, ajudando essas pessoas. Reforçando muitas vezes esta espera de chuva de maná.
Ok, acredito que num primeiro momento seria útil essa ajuda. Mas com o tempo ela deveria mudar e adaptar-se às necessidades do local. Recriar a sociedade ou melhor aproveitar o momento para criar uma sociedade melhor, uma organização social melhor para o Haití. Se seus líderes viram a necessidade de fugir do local, melhor! Não eram bons líderes, outros surgirão. Mas, num novo contexto. Um onde o bemestar de todos seja a razão primordial. Onde o desenvolvimento pessoal crie condições para o social e vice-versa. E onde as pessoas se adaptem ao meio-ambiente e não mais forçar o contrario.
Nossa própria história recente nos mostra que saímos melhores das desgraças. Basta lembrar uns 20, 30 anos atrás a situação em que estavamos. Foram necessárias todas essas "passagens" para melhorar. Digo "melhorar" pois acredito piamente que estamos melhor hoje do que naquela época. Pode discordar a vontade.
Não virar as costas e ficar pensando como eramos, mas encarar o presente e trabalhar com afinco para atingir o futuro que queremos. Cuidar do processo para atingí-lo, lembrando que todos estamos ligados por ação ou reação.
E cada um tem seu tempo certo de aprender e reagir.
(continua)
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Four ways to fix a broken legal system | Video on TED.com
Hey bud, gotta minute?
In fact, got 19 of them?
Sit back, relax and watch this video. I'm sure you'll like it.
Philip K. Howard: Four ways to fix a broken legal system | Video on TED.com
By Philip K. Howard.
In fact, got 19 of them?
Sit back, relax and watch this video. I'm sure you'll like it.
Philip K. Howard: Four ways to fix a broken legal system | Video on TED.com
By Philip K. Howard.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Hein 2
"A ciência é antes um modo de pensar do que propriamente um conjunto de conhecimentos.
Quanto pode o cérebro saber? Nele existem, talvez, 10(x11), ou seja, 10 bilhões de neurônios, que são os elementos de circuito, os interruptores e comutadores responsáveis pela atividade químico-elétrica que faz funcionar nossas mentes. Um neurônio cerebral típico talvez tenha uns mil pequenos filamentos chamados dendritos, os quais o ligam a seus pares. Se, como parece provável, cada informação no cérebro corresponde a uma dessas conexões, o número de coisas conhecíveis pelo cérebro é menor do que 10(x14), isto é 100 trilhões. Mas isso é apenas um por cento do número de átomos contidos em nosso grão de sal.
Assim, nesse sentido, o universo é incognoscível, absolutamente imune a qualquer tentativa de pleno conhecimento por parte do homem. Nesse nivel, se não podemos compreender um grão de sal, muito menos o universo."
Este escrito de Carl Sagan, me faz lembrar um argumento muito usado pela minha esposa, no qual mistura, escatologicamente, conhecimento, cabras e esferas.
Quanto pode o cérebro saber? Nele existem, talvez, 10(x11), ou seja, 10 bilhões de neurônios, que são os elementos de circuito, os interruptores e comutadores responsáveis pela atividade químico-elétrica que faz funcionar nossas mentes. Um neurônio cerebral típico talvez tenha uns mil pequenos filamentos chamados dendritos, os quais o ligam a seus pares. Se, como parece provável, cada informação no cérebro corresponde a uma dessas conexões, o número de coisas conhecíveis pelo cérebro é menor do que 10(x14), isto é 100 trilhões. Mas isso é apenas um por cento do número de átomos contidos em nosso grão de sal.
Assim, nesse sentido, o universo é incognoscível, absolutamente imune a qualquer tentativa de pleno conhecimento por parte do homem. Nesse nivel, se não podemos compreender um grão de sal, muito menos o universo."Este escrito de Carl Sagan, me faz lembrar um argumento muito usado pela minha esposa, no qual mistura, escatologicamente, conhecimento, cabras e esferas.
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