domingo, 19 de janeiro de 2014

3 ways to spark employee creativity

(http://www.inc.com/magazine/201402/ryan-underwood/creative-company-cultures.html)

Need a jolt of creativity at your company? Take a lesson from these three companies that have come up with clever ways to spark new ideas.

Faz alguns anos quando cursava o MBA, meu amigo Erick que na época trabalhava numa multinacional alemã, vivia comentando como na sua empresa o sistema implantado de premiar as melhores ideias do mês propostas pelos colaboradores tinha conseguido embaralhar o meio do campo. Houve uma fragmentação do fluxo da produção, onde as soluções sugeridas melhoravam temporária e pontualmente enquanto atravancavam a sistema mais na frente. Chegávamos (o grupo) sempre a conclusão que o problema das soluções era uma falta de visão holística da empresa. Um "afastar-nos" do problema e não focarmos na solução, mas sim nas suas causas.
As soluções funcionavam sim, mas as causas intocadas continuavam existindo. E, criariam problemas logo a seguir.

O verdadeiro problema, não sendo o engajamento dos colaboradores repito, se traduzia na sua falta de visão da empresa como uma única entidade, um organismo complexo. Onde, não somente a gestão de conhecimento, mas a logística como um todo da empresa estava envolvida... no problema e nas suas soluções. As equipes e departamentos se consideravam isolados e independentes do resto da empresa. Cônscio desta fragmentação meu amigo teria que voltar e ensinar ordem unida* aos colaboradores... ou tentar pelo menos.

O artigo que dá título a este post me chamou a atenção e me fez lembrar o Erick.

E também me fez lembrar quantas vezes falamos em -e analisamos- lideranças e quase nunca os liderados. E ainda, como são os liderados, os primeiros a "pagar o pato" quando as coisas começam a dar errado, o mercado muda ou o governo decide tirar férias. Lembremos que a tecnologia pode suplantar vários desses elementos, mas que nunca vai (pelo menos ainda não) suplantar essa massa crítica criada à base de experiências diárias num sistema aberto.

Inovações e criatividade não se conseguem no apertar de botões "On-Off" e funções binárias. Se fosse assim, estariamos agora com novidades até as orelhas!

(continua)