sábado, 27 de dezembro de 2008

Manuais

Ok, até que não foi tão dolorido quanto pensei que seria. O Natal veio e foi. Depois da contagem dos feridos vimos que sobrevivemos todos sem arranhão de destaque.
Que legal, agora vem o Reveillon.
Meu irmão nos deu, entre outras coisas, um livro. Nada de mais, temos um monte de livros. Gostamos muito de ler. Mas, este é diferente. É "O Livro dos Manuais" do Paulo Coelho. Particularmente, não gosto do Paulo Coelho. Nada contra o homem Paulo Coelho, não o conheço. Assim como não conheço Sax Rohmer, Terry Pratchet, Victor Hugo ou Júlio Verne, mas gosto do que escrevem. Não consigo deixar de lê-los avidamente. Mas, isso não vem ao caso. Era só para explicar um ponto.
Voltemos à vaca fria.
Este livro me chamou a atenção. Manuais. Pelo visto também chamou a atenção da minha filha -grifou tudo- ou quase tudo. Manuais, sei por experiência própria, sempre deixam algo de fora. E usualmente, nas piores situações.
Amo muito minha filha. Mas parece que está tomando ao pé da letra o livro. Coisas de adolescente.
Lá pelas tantas, no capítulo Manual para ser aceito na sociedade como uma pessoa normal, o tal livro diz: "15- Acreditar em absolutamente tudo que está impresso."
Legal, se for isso tão importante assim.
Acabei me lembrando da Mafalda do Quino, quando reclamava dos jornais. O livro só dura uma viagem de metrô. Ao fim da qual você já leu tudo. É como ler livro de piadas, acabam muito rápido.