sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Sistêmico

Com o passar do tempo, percebo que  o meu serviço incluía muito mais que soluções estéticas. Estéticas como em apreciação artística. Há um fluxo constante de informação na arte.
Lembremos da "Intenção do Gesto".
Dependendo de como fosse entendido o serviço, projeto ou a peça desenvolvida, descortinava padrões além da mesa de desenho ou mais recentemente; do tablet digitalizador (Wacom).
De intuições e padrões aos fractais, e destes a estratégias, foram passos curtos.


Comunicação e estratégias andam de mãos dadas. Informações e logística adicionados, dão um nível diferente de leitura a qualquer peça. Adiciona-se a multi- e interdisciplinariedade. E mais recentemente, a transdisciplinaridade das humanidades digitais.
Arte, ciência e técnica juntas, uma visão holística do que seja criar, escrever, desenvolver. Um sujeito e predicados básico em qualquer situação. E a arte continua a aparecer nos lugares onde, dizem os prosaicos, não poderia.

Dados isolados, até então sem valor, são quase invisíveis, ilegíveis, até criarmos uma 'trama lógica' onde possam se relacionar com as informações que já temos. Uma vez feito isso, eles irão criar, modificar e validar - ou não - a informação(ões) que antes tínhamos. A inovação não ocorreria, então, de forma projetada. Devemos aceitar o concurso do Serendipity como algo mais frequente do que imaginamos.

As perguntas certas, e mesmo as respostas erradas, me levam a aprender e propor soluções novas. Fiz isso, errei por aí.
Aprendendo novos conhecimentos, informações. Afastando os limites e abraçando a curiosidade infantil. Tentativa e erros cometidos anteriormente ganham novas leituras.

Para aqueles de vocês que chegaram até aqui: Feliz ano de 2018!
Abraços fraternos e let's brace ourselves for the New Year that begins on Sunday.



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