sábado, 25 de abril de 2009

Clueless (skip this one)

Quase tenho medo ao despertar.
Quero que este dia que chega ao fim não acabe mais. Brigo com meu próprio cansaço para não dormir. Finjo estar todo bem... Não está.

Achei que estivesse e fui me enchendo de esperanças tolas, para num dia só acabar com elas todas de vez. E, olha que não é a crise que anda por aí, não.

Parece que perdi, ou me perdi pelo caminho e não consigo encontrar-me mais. Às cegas acabo atingindo outros, que cegos como eu não percebem a falta de rumo em seu método cotidiano.

Comecei a enfrentar, coisa que antes abominava, sem pensar em conseqüências. Parece que deve haver algo de desesperado no meu rosto que faz os outros recuar, ou então a mudança é inesperada.
Sun Tzu dizia que havia que deixar ao oponente derrotado, pelo menos, uma saída. Pois aquele que não tem nada a perder é o guerreiro mais imprevisível. Pelo visto não deixou nenhuma mensagem para aquele sujeito de quem falava.
Algo como:
"Comporte-se, você foi derrotado. Se não percebe a derrota é tolo ou está morto. Em ambos casos: insignificante."
A falta de esperança é uma sucessão de claro e escuro sem a menor diferença.
O tempo para. Tanto faz hoje como de aqui um ano. Será igual.
Talvez pior.

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