quinta-feira, 5 de março de 2009

A Intenção do Gesto (parte 6)

(Intenção)
Como diz Peter Senge (4 Senge, 1998); “Se uma organização de aprendizagem fosse uma inovação no campo da engenharia, os seus componentes seriam chamados de tecnologias, mas como é uma inovação no campo do comportamento humano, seus componentes devem ser vistos como disciplinas. Disciplina, nesse contexto, significa: um conjunto de técnicas que devem ser estudadas e dominadas para serem postas em prática. E você só se torna competente numa discipina mediante a prática.”

E, Aldo de Albuquerque Barreto em artigo no Datagramazero (Junho de 2008) diz; “A Essência do fenômeno da informação é a sua intencionalidade. Uma mensagem de informação deve ser direcionada, arbitrária e contingente para atingir o seu destino; produz sempre tensão quando da interatuação de competências distintas existentes em dois mundos: o do gerador e o do receptor da informação para onde o conhecimento se destina.” E nos introduz ao mundo das competências individuais. Epa...
Epa!?
A minha intenção é cúmplice da sua? Pois é. A minha intenção só será validada se você a validar com a sua. E a sua o será por causa da minha, e assim ad nauseam. Senão, seja lá o que eu fizer será “abstrato”, um mantra murmurado sem o menor sentido ou razão. A comunicação não existe sozinha. E chegamos à conclusão de que a comunicação é uma ação palindrômica (sic), só existe indo e vindo. Em sintonia, e às vezes fora dela.

Uê, acabou? De novo?
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