quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A História das Coisas

Faz algum tempo ví este vídeo e o compartilhei com meus contatos. Agora voltei a encontrá-lo e continua pertinente. Ainda mais, pois ninguem fala nisso!
E lá vou eu compartilhá-lo novamente. Assistam que vale muito, muito, muito a pena.



E, depois: pensem.



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Posts relacionados:

Redes
Nós, como gotas de Oceanos
Sistemas
Consumo como afirmação
Contos de FadasHi-Tech
Cherubs
e mais alguns... venha ler.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Roteiro para Entender Redes

O Augusto de Franco montou esta apresentação para a Escola de Redes. Me parece que ela poderia avançar seus limites e ser base para entender outras redes. Por isso me "apropriei" (leia-se: peguei emprestada) dela e apresento aqui.
Obrigado Augusto.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Introduções

Os três posts sob esse título foram as introduções que escrevemos para um projeto de Gestão de Conhecimento já faz algum tempo.
A cada introdução mostravamos facetas diferentes do que viamos, aprendiamos e entendiamos na época. Cada uma, uma visão diferente, caleidoscópica, do mesmo todo. Como criar novos significados e atribuir novos valores às mesmas pessoas, colaboradores do pasado? Como, usando novas informações, quebrar nossos próprios modelos mentais e propor novas soluções? Ao mesmo tempo que descobriamos a empresa, nos descobriamos a nós mesmos.
Aprendiamos e queriamos ensinar. O diagnóstico era tão simples que não poderia ser verdade! Mais uma vez as árvores atrapalhavam a visão da floresta... Como era possível competir com esta tecnologia e nosso "way of life"? Como propor uma mudança radical que não precisasse ser cruenta?
A proposta final ficava aquém de todas as possibilidades. Propositalmente. Primeiro criar bases sólidas onde iriamos desenvolver capacitação. Esta capacitação seria o primeiro passo para a percepção no ambiente organizacional e a governança de todo o processo. A nossa finalidade era ele (o projeto) se retro-alimentar, gerando maior percepção sem onerar a empresa. E este processo seria contagioso em toda a organização! A percepção do colaborador mais velho como fonte de conhecimento crítico e diferencial para a empresa. Era tão simples que chegava a ser transparente. Outros projetos iguais já tinham sido postos em andamento em alguns hospitais de pesquisa nos Estados Unidos que já usam o potencial de seus colaboradores mais velhos em Peer-Review Committees. Os "cases" existem, mas poucos prestavam atenção.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Sobre Redes Sociais

São 8 minutos de informação interessante.



Escutou? Second self, Mental reflections, Button-clicking culture, Cyborg Anthropology.

Introdução - 3

Benvindos à Era do Conhecimento!
No decurso do diagnóstico nos deparamos com uma situação que se repete muitas vezes nas organizações modernas: a perda do conhecimento estratégico. É uma situação que vemos todos os dias, e de tanto ver, assumimos como muito natural. Como podemos perder algo que não podemos medir, tocar, algo intangível, enfim?
Devemos antes definir o que entendemos por conhecimento. Conhecimento é, resumidamente, a capacidade de agir. Mas, no indivíduo, esta capacidade é modulada pela soma de sua bagagem hereditária (do que ele é), dos acontecimentos da sua história e do meio ambiente em que ele vive. E, por ser ele, um sistema aberto, isto é; capaz de mudar, este conhecimento muda com ele. Interage com o contexto. A este conhecimento chamamos de: conhecimento tácito. É o que está dentro das mentes das pessoas. É intangível, não podemos medir, contar ou tocar nem retirar.
De outro lado, temos o conhecimento explícito, que nada mais é do que todo conhecimento que possa ser -ou já esteja- escrito, gravado, documentado enfim. Mas, todo conhecimento explícito é informação. Estático na escrita, no gravado, na documentação. Não interage com seu contexto, não muda a não ser que seja re-escrito, re-gravado, novamente documentado. A ponta de um iceberg.
Então, como aquele conhecimento tácito que está dentro das mentes das pessoas, que muda junto com elas a cada nova vivência pode ser perdido pelas empresas?
A resposta é espantosamente simples: perdendo as pessoas.
Mais do que nunca as organizações estão conscientes de que sua sobrevivência e sua evolução dependem de sua capacidade de dar sentido ao ambiente e de renovar constantemente seu significado e seu propósito à luz das novas condições, como apontado por Choo (2003). Esse dar sentido e essa renovação constante são atingidas, não por processos escritos nem por máquinas de última geração, mas por pessoas que mudam continuamente.
À luz da Gestão do Conhecimento, esta deveria ser uma das situações mais importantes junto com a criação do conhecimento. Uma das primeiras a ser descritas e estudadas. A Gestão do Conhecimento é gestão de mudanças. Drucker (1997) diz: “O conhecimento é o principal ativo das organizações.” E como tal deve ser tratado. Logo, as pessoas, os colaboradores das empresas, como repositórios desses conhecimentos, deveriam ser tratados como ativos também. ?