quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Iteração-iterações

Ultimamente venho percebendo resultados diferentes no meu trabalho. O que faço, o resultado do que faço, começa a tecer relações -às vezes nem tão lógicas assim- com outros usos e processos.
...
Acabei lembrando das ondas criadas quando jogamos uma pedra na água, por exemplo. Sempre deixamos de perceber que a onda também cresce para baixo, dentro da água. Só que de uma forma diferente. O que vemos é o ajuste de um objeto no espaço quando atingido por um outro objeto a ocupar o mesmo espaço. Tudo relacionado com as características físicas específicas da água e da pedra. Ou, dos objetos que entrem em contato e sua densidade especifica.
E, blah-blah-blah...
Um modelo teórico para uma explicação.
...
Imaginem, um monte de pedras -todas diferentes entre si- a atingir a água ao mesmo tempo. As ondas seriam diferentes entre si também, lógico. O encontro dessas ondas criaria novas formas que, quando somadas, não teriam relação com as ondas originais. Seriam resultado da "soma" de diferentes ondas diferentes. Bolhas diferentes....


Somos atingidos diáriamente por "pedras incidentais". Nós mesmos somos elas, para os outros. E para o ambiente em que estamos. O que somos, o que pensamos e o que fazemos, ou não, são as tais "pedras".
...
Quer ver isso de outra forma?
Veja "The Story of Stuff" no seguinte link: http://www.storyofstuff.com/
e pense livremente. Não somente aqui e agora, mas ontem e de aqui a cinco anos.
8-)




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